Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 8 de janeiro de 2026
Declaração ocorreu durante a solenidade que marca os três anos dos atos de 8 de janeiro de 2023
Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilO presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que a democracia está sempre “sujeita ao assédio” de “candidatos a ditadores” e parabenizou o STF (Supremo Tribunal Federal) pela conduta do processo sobre a trama golpista.
As declarações ocorreram em discurso no Palácio do Planalto, nesta quinta-feira (8), durante cerimônia do governo federal em defesa da democracia. A solenidade marca os três anos dos atos extremistas de 8 de janeiro de 2023, objeto de inquérito que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos e três meses de prisão.
No evento, Lula vetou o projeto que reduz penas aos condenados no âmbito do processo da trama golpista. “A tentativa do golpe do 8 de janeiro de 2023 veio nos lembrar que a democracia não é uma conquista inabalável. Ela será sempre uma obra em construção, sujeita ao permanente assédio de velhos e novos candidatos a ditadores. Por isso, a democracia precisa ser zelada com carinho e defendida com unhas e dentes, dia após dia”, disse.
“Foi graças à firmeza das nossas instituições democráticas que tiveram a garantia de um julgamento justo e todos os direitos reservados”, declarou.
O presidente continuou: “Talvez, a prova mais contundente do vigor da democracia brasileira seja o julgamento dos golpistas pelo STF. Todos eles tiveram amplo direito de defesa. Foram julgados com transparência e imparcialidade. E, ao final do julgamento, condenados com base em provas robustas, e não com ilegalidades em série, meras convicções ou Powerpoints fajutos”.
Na ocasião, Lula disse que, em 8 de janeiro, “inimigos da democracia tentaram demolir” o que ele chamou de “País mais justo e menos desigual”, o que ele atribui como resultado do seu governo.
Durante o discurso, o presidente voltou a criticar “previsões pessimistas” que, segundo ele, “foram derrotadas”. O chefe do Executivo disse ainda que apostas no “negativismo” vão “perder de novo”.
No fim do discurso, Lula afirmou rejeitar quaisquer tipos de ditaduras. “Não aceitamos nem ditadura civil, nem ditadura militar. O que nós queremos é democracia emanada do povo e para ser exercida em nome do povo.” (Com informações de O Estado de S.Paulo)
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https://www.youtube.com/watch?v=7vyTkf8WPiw
A MAIS DE 30 ANOS …..SEGUE O SEU PLANO DE DOMINAR, DESTRUIR O BRASIL…O RESTO QUE SE EXPLODA….
Quem tem bandido de estimação?
O veto ao PL da Dosimetria não foi um gesto de confronto, mas um passo necessário para afirmar que, no Brasil, a democracia não será negociada com quem a odeia
Mas se a democracia for relativa corre-se o risco de produzir ladrões e corruptos!!
E como tem marginal nessa direita. Saudosistas do golpe de 64 onde roubaram O povo com o aval dos marginais generais. Inacreditavel que exista alguém que apoie esses marginais. Mas a direita consegue, através de mentiras convencerem os incautos e desavisados. Canalhas.
A ditadura mudou seu perfil; hoje ditadores se dizem democratas e afirmam o “direito democrático” como argumento. No Brasil estamos em um momento desta natureza, onde o presidente do poder executivo, delegou a um Ministro STF esta atribuição de neutralizar seus opositores. Vive na “narrativa democrática relativa”, como tentou ensinar ao Maduro, pois foi montado um esquema de aparelhamento em cargos judicos,nas universidades e no meio artisticos criando acéfalos socialistas.