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Política Flávio Bolsonaro propõe o fim da reeleição presidencial

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Senador e pré-candidato à Presidência disse que fechou pré-candidatura do deputado Guilherme Derrite em SP. (Foto: Saulo Cruz/Agência Senado)

O senador Flávio Bolsonaro (RJ), pré-candidato do PL à Presidência, anunciou uma proposta de emenda constitucional (PEC) para extinguir a possibilidade de reeleição do presidente da República, a partir do pleito deste ano. Depois de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está na prisão, ele também tornou pública a pacificação do partido em Santa Catarina e a pré-candidatura ao Senado do deputado Guilherme Derrite (PP) em São Paulo.

Na PEC do fim da reeleição, Flávio preserva a possibilidade de reeleição para os outros cargos do Executivo, ou seja, prefeitos e governadores. A ressalva visa a atrair mais apoios, já que não há consenso no Congresso sobre a mudança de regra.

Na justificativa, o senador diz que pretende “fortalecer a independência decisória do governante, reduzir incentivos ao uso estratégico da máquina pública, reafirmar o compromisso republicano com a limitação temporal do poder político e um movimento de volta à normalidade democrática”.

O ex-presidente Jair Bolsonaro, pai do senador, também defendeu o fim da reeleição para presidente quando concorreu ao Planalto em 2018, mas mudou de ideia ao tentar se reeleger em 2022.

Santa Catarina

Em paralelo, Flávio comemorou o fim do impasse em Santa Catarina, confirmando as pré-candidaturas do irmão, Carlos Bolsonaro (PL), e da deputada Caroline de Toni (PL) ao Senado, na chapa encabeçada pelo governador Jorginho Mello (PL), que buscará a reeleição.

A pacificação catarinense favorece a sua postulação presidencial. Embora em ascensão nas pesquisas, Flávio acaba contaminado pelos embates públicos da família Bolsonaro, que espantam aliados. No começo do mês, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro havia declarado apoio a De Toni, contra a postulação de Carlos, com quem mantém relação turbulenta.

Segundo fontes do PL, a deputada cogitou, até mesmo, deixar a sigla, o que ampliaria o desgaste do senador. Ela poderia consumar o ato na janela partidária que será aberta em março, permitindo aos deputados federais e estaduais trocarem de legenda para disputar a eleição, sem a sanção de perda do mandato.

A. definição da chapa catarinense estremeceu, contudo, as relações do PL com a federação União-Progressistas (PP) porque Toni ocupou a vaga antes prometida ao veterano senador Esperidião Amin (PP-SC), tradicional aliado de Jair Bolsonaro, que tentará se reeleger em outubro.

Em entrevista coletiva, Flávio minimizou os desentendimentos públicos entre seus irmãos, Carlos e Eduardo Bolsonaro, a ex-primeira-dama Michelle e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), “Nós somos adultos e vamos conversar. Vou procurar todo mundo, como sempre fiz, porque a gente tem um objetivo maior e todos estão incluídos e na mesma página”, alegou.

São Paulo

Um dia depois de conseguir aprovar seu parecer ao PL antifacção па Câmara dos Deputados, Derrite acompanhou Flávio na visita a Bolsonaro na Papudinha, e ganhou a benção do ex-presidente para a disputa ao Senado. Ex-secretário estadual de Segurança Pública, ele também tem o apoio do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Flávio deve se reunir com Tarcísio em São Paulo nesta sexta (27) paгa discutir a chapa paulista – o PL cobiça a vaga de vice. Cassado por faltas, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro mira a outra vaga de senador, apesar de estar há um ano, vivendo nos Estados Unidos. Outros nomes cogitados são Renato Bolsonaro, irmão do ex-presidente; os deputados Mario Frias e Marco Feliciano, e o vice-prefeito de São Paulo Mello Araújo – todos do PL.

Sobre a pesquisa AtlasIntel, que apontou um empate técnico dele com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno, Flávio disse que o resultado mostra “a lógica” diante do desempenho do governo. Segundo o levantamento, Lula alcançaria 46,2% dos votos, contra 46,3% de Flávio.

Ele aproveitou para reforçar críticas da oposição ao governo que mais repercutem nas redes sociais: “O governo que não toma conta de ajudar os Estados e municípios no combate a facções. Um governo que não para de criar impostos”, provocou, em alusão ao aumento do Imposto de Importação para 1.252 produtos dos setores de máquinas, equipamentos e itens de tecnologia. (Com informações do Valor Econômico)

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