Quarta-feira, 04 de novembro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Juíza que reclamou de lanche recebeu R$ 709 mil em salários em 2025

Compartilhe esta notícia:

Cláudia é juíza aposentada do TRT1 (Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região).

Foto: Reprodução
Cláudia é juíza aposentada do TRT1 (Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região). (Foto: Reprodução)

A presidente da ABMT (Associação Brasileira de Magistrados do Trabalho) e juíza do Trabalho aposentada, Cláudia Márcia de Carvalho Soares, que ao defender os penduricalhos no Judiciário reclamou que desembargadores “mal têm um lanche”, recebeu R$ 709 mil em salário líquido no ano passado.

Cláudia é juíza aposentada do TRT1 (Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região). Os dados são públicos e estão no Painel de Remuneração do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). A lista mostra que ela é dispensada da cobrança de Imposto de Renda. Normalmente esse benefício é concedido a pessoas com diagnóstico de alguma doença grave.

No mês de dezembro foi quando a juíza recebeu o vencimento mais alto, aproximadamente R$ 128 mil líquidos.

Durante julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) sobre os penduricalhos pagos a servidores públicos, ela fez duras críticas ao que chamou de “quase nada” os benefícios recebidos por desembargadores.

“Juiz de primeiro grau não tem carro, paga do seu próprio bolso o combustível, o carro financiado, enfim. Não tem apartamento funcional, não tem plano de saúde, não tem refeitório, não tem água e não tem café”, começou ela na primeira sessão de julgamento das liminares sobre a suspensão do pagamento de penduricalhos no serviço público.

E completou: “Desembargador também tem quase nada, a não ser um carro, mal tem um lanche”.

Entenda

O STF decide se referenda as decisões dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes, que suspenderam o pagamento de verbas indenizatórias não previstas em lei — os chamados “penduricalhos” — utilizadas para ultrapassar o teto constitucional do funcionalismo público, atualmente fixado em R$ 46.366,19.

O julgamento foi iniciado na quarta-feira (25), mas não houve apresentação de votos. A sessão foi dedicada às sustentações orais de associações e entidades interessadas no caso. A expectativa é que os ministros se manifestem na retomada da análise.

Ao abrir os trabalhos, o presidente da Corte, ministro Edson Fachin, afirmou que o pagamento de valores acima do teto é uma questão “tormentosa” e que “impõe resposta célere” do tribunal.

(CNN)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

6 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
marcio batista carrrao
27 de fevereiro de 2026 14:05

O BRASIL NÃO É PARA AMADORES.. DA LICENÇA VOU VOMITAR E JA VOLTO!!!! VIVA A REPUBLICA CADA VEZ AIS DAS BANANAS..

Ricardo Vicari Fernandes
27 de fevereiro de 2026 13:15

Olha a cara, o semblante e o sobrenome Carvalho. Esperava o que. Este tipo de cidadão AUTORIDADE JUDICANTE patrocina as guerras de Velho Testamento. Dizer mais é ₩ [arriscado]. Ab. Educação gente!

Glaucio dos Santos Brum
27 de fevereiro de 2026 10:20

Essas pessoas egocêntricas vivem fora da realidade. Falta de ter passado trabalho na vida para aprender a dar valor. Tirando o devido respeito ao cargo que pessoas assim exercem, não sobra nada para se considerar.

cezar roldão schuaste
27 de fevereiro de 2026 08:23

Nossa, é repugnante até para comentar.

Valmir
27 de fevereiro de 2026 07:52

E nada vai acontecer comessa chinelona, esbanja com dinheiro do trabalhador e ainda quer café, carro, e lanche e nada será feito continuaremos a a ouvir esse tipo de discurso cretino de vadios do judiciário assim como a OAB que mantém no quadro de profissionais os advogados condenados por crimes graves com trânsito em julgado e continuam advogando colocando a classe daqueles que são honestos em cheqwue e envergonhados isso é para manterem a contribuição”obrigatória” e corporativismo da entidade corrupta que arrecada milhões por ano.

Ricardo Vicari Fernandes
27 de fevereiro de 2026 13:18
Responder para  Valmir

Não vomite palavras, monte comentários com fundamento. Não é vagaba apenas rouba para defender sua BANDEIRA…

Bebê brasileiro é primeiro paciente em teste de terapia gênica contra atrofia muscular espinhal
Temporada de piscinas públicas em Porto Alegre se encerra neste sábado
Pode te interessar
6
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x