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Brasil Após operação da Polícia Federal, Instituto Lula e familiares pedem restituição de bens apreendidos

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Lula foi alvo da 24ª fase da Operação Lava-Jato (Foto: Nelson Almeida/AFP)

O Instituto Lula e familiares do ex-presidente protocolaram na noite de terça-feira (08) pedidos para que sejam restituídos pertences apreendidos na 24ª fase da Operação Lava-Jato. Os pedidos foram apresentados ao juiz Sérgio Moro pelos advogados que também representam Luiz Inácio Lula da Silva.

No caso do Instituto Lula, a entidade informa que, durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, agentes da PF (Polícia Federal) requisitaram a senha do administrador de e-mails. “Ocorre que a referida senha foi modificada, de modo que os funcionários do Instituto Lula não mais conseguem acesso aos seus e-mails, o que vem inviabilizando as atividades corriqueiras”, informa o Instituto Lula.

Dessa forma, a entidade pede a restituição da senha ou que seja informada a nova chave para que os funcionários do instituto possam desempenhar as atividades regulares. Já Luis Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente, afirma que a Polícia Federal realizou apreensões indevidas nas sedes das empresas Touchdown Promoção de Eventos Esportivos e LFT Marketing Esportivo, das quais ele é sócio. Por isso, pede que sejam devolvidos todos os itens apreendidos nos locais, como laptops e HDs.

Segundo a defesa, como não havia ninguém nas sedes das empresas, a PF realizou as apreensões e deixou uma cópia do mandado de busca e apreensão. De acordo com os advogados, o mandado fazia referência a outras empresas – G4 Entretenimento e Tecnologia Digital e Flexbr Tecnologia – que não pertencem a Luis Cláudio e possuem outros endereços. Para os advogados, os fatos denotam nulidade das apreensões realizadas e, por isso, pedem que o juiz determine a devolução dos bens. (AG)

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