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Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul adotará medida proposta pelo governo federal para reduzir o preço do diesel

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O impacto para os cofres públicos gaúchos será de R$ 96,6 milhões nos dois meses de vigência da medida

Foto: Banco de Imagens/TJRS
O impacto para os cofres públicos gaúchos será de R$ 96,6 milhões nos dois meses de vigência da medida. (Foto: Banco de Imagens/TJRS)

O governo do Rio Grande do Sul informou nesta terça-feira (31) que, após diversas reuniões e análises técnicas junto a representantes de outros Estados no âmbito do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), aderiu à medida proposta pelo governo federal, na semana passada, para mitigar os impactos da oscilação do preço do diesel importado sobre os consumidores.

A proposta do governo federal prevê a concessão de subvenção econômica no valor total de R$ 1,20 por litro de óleo diesel importado, composta por contribuição de R$ 0,60 por litro dos Estados e do Distrito Federal que aderirem à medida.

O impacto para os cofres públicos gaúchos será de R$ 96,6 milhões nos dois meses de vigência da medida, conforme estimativa de custos apresentada no Comitê Nacional de Secretários de Fazenda.

A ação terá início a partir da edição de MP (medida provisória) pelo governo federal, formalização da adesão e de regulamentação para que os recursos possam ser retidos via Fundo de Participação dos Estados.

O aumento do preço do diesel ocorre em razão da guerra no Oriente Médio, que provocou a elevação da cotação do petróleo.

O governador Eduardo Leite afirmou que, desde os primeiros impactos do contexto global sobre o diesel, o governo do Estado se empenhou na articulação junto à União para, primeiro, assegurar o fornecimento, e, na sequência, buscar solução conjunta para a redução de preço. “A adesão ao modelo de subvenção com contrapartida de 50% pelo Estado reflete a nossa disposição em fazer tudo que for possível para mitigar os prejuízos aos diversos setores, especialmente agricultura e transportes, fundamentais para a economia gaúcha”, afirmou Leite.

“É importante ressaltar, porém, que ao contrário da União, que pode emitir título de dívida, o Estado não tem os mecanismos para compensar essas perdas. Por isso, o caráter temporário da medida, com o compromisso do governo federal, é fundamental para garantir responsabilidade com as receitas do Estado, de forma que a perda prolongada sem compensação de recursos venha a comprometer serviços essenciais que eles bancam como saúde, segurança e educação”, disse o governador.

De acordo com a secretária estadual da Fazenda, Pricilla Santana, o governo do Estado reconhece a importância de garantir maior previsibilidade ao custo do combustível, a fim de evitar prejuízos à produção agrícola e reduzir impactos inflacionários para a população, mas reforça a importância do caráter temporário da medida sob pena de afetar a prestação de serviços públicos.

“A limitação de tempo da iniciativa garante maior previsibilidade orçamentária para o Estado, especialmente diante do atual cenário fiscal sensível e do processo de reconstrução em curso após a maior tragédia climática de sua história”, explicou a secretária.

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César
31 de março de 2026 12:36

E tem RETARDADO que fala que o Eduardo Milk não é filhote do Painho. O Lula fala: “- Pula!” e o Leite pergunta: “- Que altura?. Mas a EXTREMA ESQUERDA finge sonolência.

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