Sábado, 03 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 10 de março de 2016
Em uma semana, subiu 16,2% o número de casos confirmados de microcefalia ou alterações do sistema nervoso relacionados à infecção congênita no Brasil, passando de 641 para 745. Desse total, 88 (11,8%) tiveram resultado positivo para zika, segundo boletim do Ministério da Saúde divulgado nessa quarta-feira.
A pasta voltou a ressaltar, no entanto, que o dado não representa a totalidade de registros associados ao vírus, mas apenas a parcela com diagnóstico fechado por exame laboratorial. Há ainda 4.231 casos em investigação e 1.182 descartados. Foram 6.158 notificações suspeitas desde o ano passado até 5 de março, registradas em todas as regiões do País.
O boletim do governo já considera o novo critério de diagnóstico de microcefalia. Por recomendação da Organização Mundial de Saúde, a malformação será notificada como suspeita quando a criança não prematura nascer com perímetro cefálico igual ou menor que 31,9 centímetros, no caso de homens, e 31,5 centímetros, para mulheres. Antes, o limite era de 32 centímetros, independentemente do sexo. Para bebês que nascem antes do tempo regular, o tamanho varia de acordo com a idade gestacional. (Renata Mariz/AG)
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