Segunda-feira, 27 de abril de 2026
Por Redação O Sul | 27 de abril de 2026
Até então, as cotas dos concursos para servidores do TRT4 contemplavam apenas pessoas com deficiência, pretas e pardas
Foto: TRT4/DivulgaçãoPessoas trans, indígenas e quilombolas contarão com reserva de vagas nos próximos concursos públicos para servidor do TRT4 (Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região), com sede em Porto Alegre.
O Órgão Especial da Corte aprovou neste mês a Resolução Administrativa 12/2026, que regulamenta as cotas para esses grupos. Em março, o tribunal já havia anunciado a mesma medida para seus concursos de estágio. Para ingresso na magistratura, o concurso é nacional, conduzido pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho.
Até então, as cotas dos concursos para servidores do TRT4 contemplavam apenas os grupos previstos em lei: pessoas com deficiência e pessoas negras (pretas e pardas).
Com a mudança, os percentuais das cotas passam a ser os seguintes: 25% das vagas reservadas para pessoas pretas e pardas, 10% para pessoas com deficiência, 3% para indígenas, 2% para quilombolas e 2% para pessoas trans.
Segundo a Justiça do Trabalho gaúcha, “a norma observa os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana, da igualdade material e da vedação a todas as formas de discriminação, que impõem ao Estado o dever de adotar medidas específicas e ações afirmativas para enfrentar desigualdades estruturais”.
O presidente do TRT4, desembargador Alexandre Corrêa da Cruz, ressaltou o “compromisso do tribunal com a promoção da inclusão, a democratização do acesso ao serviço público e a representatividade social em seus quadros de pessoal, reduzindo os impactos das barreiras estruturais que impedem a competição em condições de igualdade real”.
A medida integra um conjunto mais amplo de políticas institucionais do TRT-RS voltadas à promoção da equidade, à ampliação do acesso à Justiça e ao fortalecimento de uma atuação comprometida com os direitos humanos e a transformação social.
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Não faltava mais nada essas imundícies ter privilégios e o fim do mundo mesmo,
Brasil dando chance a todo o povo brasileiro. Todos são cidadãos. A marginalha da direita golpista é contra.
E eu que, inocentemente, pensei que competência e capacidade fossem forjadas por estudo, dedicação e discernimento, entre outros valores diversos de cor, raça ou opção sexual!
Você tem razão daqui a pouco vão criar vagas para gordos e magros, não faltava mais nada! Vão trabalhar vagabundos em vez de ficar classificado pessoas. Trabalha quem tem competência e não idiotas que não sabem nada!