Domingo, 03 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 2 de maio de 2026
Quando a comédia dramática “O Diabo Veste Prada” chegou aos cinemas, em 2006, o público conheceu a Andy Sachs como uma jovem jornalista tentando sobreviver profissionalmente no implacável universo da moda. A personagem interpretada pela atriz norte-americana Anne Hathaway, porém, retorna completamente transformada em “O Diabo Veste Prada 2”, agora em cartaz.
No longa original, Andy – sem qualquer conexão com o ramo – começa como assistente de Miranda Priestly (Meryl Streep), editora-chefe da fictícia revista “Runway”, e uma intensa transformação pessoal e profissional a faz abdicar do emprego, por constatar se afastara de seus próprios valores enquanto se adaptava às exigências da chefe.
A continuação da história mostra Andy como uma jornalista independente, consolidada e mais madura, que retorna ao universo da moda quando a antiga editora-chefe enfrenta uma crise de imagem e precisa de ajuda para lidar com um escândalo.
De volta ao centro da trama está a relação entre as duas, porém com uma dinâmica completamente diferente da vista no primeiro filme. Nessa novo capítulo também há um possível confronto entre passado e presente. Andy chega a considerar expor Miranda em uma reportagem, o que reacende tensões e revisita a origem da própria história da franquia.
A ideia conecta o novo filme ao livro que inspirou a produção original, escrito por Lauren Weisberger, ex-assistente de Anna Wintour, figura real que inspirou a trama. Contar mais do que isso já é spoiler: melhor para o espectador é ver o filme e tirar suas próprias conclusões.
O longa-metragem pode ser visto em cinemas de Porto Alegre desde 30 de abril e, após sair de cartaz, cumprirá a habitual trajetória das produções do gênero na atualidade, passando ao catálogo de serviços de streaming (já está confirmado pelo canal Disney Plus). A logística é diferente da adotada há 20 anos, quando filmes eram exibidos na “telona” e depois chegavam às locadoras de DVD – duas décadas foram suficientes para mudar bem mais que o conteúdo de “O Diabo Veste Prada”.
Recepção
A aguardada sequência “O Diabo Veste Prada 2” chegou aos cinemas com recepção positiva e já supera o desempenho do original em agregadores de críticas. Com mais de 100 avaliações contabilizadas, o filme registra 79% de aprovação no Rotten Tomatoes, acima dos 75% alcançados em 2006. No IMDb, a produção também aparece à frente, com nota 7,1, ligeiramente superior aos 7,0 do primeiro título.
Apesar da vantagem inicial, os números ainda são preliminares. O primeiro filme acumulou cerca de 250 mil avaliações ao longo de duas décadas, o que tende a tornar a comparação mais estável no longo prazo. Ainda assim, o desempenho inicial indica uma recepção consistente para a sequência, que retoma a história em um cenário atualizado do mundo da moda e da mídia.
Além da recepção crítica, a sequência também chega cercada de expectativas comerciais. A projeção é de uma estreia entre US$ 75 milhões e US$ 85 milhões nos Estados Unidos, número bem acima dos US$ 27 milhões registrados pelo primeiro filme em seu lançamento. Lançado em 2006, o original arrecadou US$ 326 milhões mundialmente — cerca de US$ 538 milhões (ajustados pela inflação). (com informações do portal Terra.com.br)
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