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Notícias Delegada da Polícia Federal vazou inquérito sigiloso de Henrique Vorcaro, pai do dono do Banco Master

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Henrique Vorcaro foi preso pela Polícia Federal na quinta-feira (14). (Foto: Divulgação/Banco Master)

A sexta fase da Operação Compliance Zero identificou que uma delegada da Polícia Federal acessou indevidamente e vazou um inquérito sigiloso envolvendo o empresário Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, a pedido de ambos.

Valéria Vieira Pereira da Silva foi alvo de uma ordem de afastamento e de mandado de busca e apreensão autorizados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. O marido da delegada, o agente aposentado da Polícia Federal, Francisco José Pereira da Silva, é suspeito de participação no caso.

De acordo com a investigação, o repasse de informações foi feito por meio do policial aposentado Marilson Roseno da Silva, suspeito de ser o responsável pela obtenção de dados sigilosos de investigações para o dono do Master. A defesa dele não se manifestou.

“A investigada Valéria Vieira Pereira da Silva é delegada da Polícia Federal, e seu marido, Francisco José Pereira da Silva, agente aposentado da PF. Ambos são apontados como responsáveis, em tese, pelo repasse de informações sigilosas a Marilson Roseno da Silva, mediante consultas indevidas ao sistema e-Pol”, afirma a investigação. A PF apontou ainda que os dois “possuíam acesso, contatos e conhecimento técnico que poderiam favorecer a continuidade das práticas investigadas”.

Apuração

A apuração identificou que Valéria, à época lotada na Polícia Federal de Minas Gerais, acessou, em 2024, um inquérito no qual Henrique Vorcaro havia sido intimado para prestar depoimento. “Consta que, após solicitação de informações relacionadas ao inquérito, Valéria teria consultado o procedimento e repassado, diretamente ou por intermédio de Francisco, dados relevantes a Marilson, que, posteriormente, os transmitiu a integrantes da organização. O conteúdo compartilhado teria sido suficientemente detalhado, permitindo a identificação do objeto da investigação e de pessoas efetivamente visadas”, diz a investigação.

“O conteúdo compartilhado (pela delegada da PF) teria sido suficientemente detalhado, permitindo a identificação do objeto da investigação e de pessoas efetivamente visadas”, informou a Polícia Federal.

Em nota, a defesa de Henrique Vorcaro afirmou que a decisão “se baseia em fatos cuja comprovação da licitude e do lastro de racionalidade econômica ainda não estão no processo. E não estão porque não foram solicitados à defesa e nem a ele”.

“O ideal seria ouvir as explicações antes de medida tão grave e desnecessária. Cuidaremos imediatamente de demonstrar o que estamos a dizer”, diz o advogado Eugenio Pacelli. (As informações são do jornal O Estado de S. Paulo)

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