Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 17 de março de 2016
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
Diante dos fortes indícios de que a presidente Dilma Rousseff agiu fortemente buscando obstruir uma eventual ação da justiça contra o ex-presidente Luis Inácio da silva, precipitando inclusive a edição do Diário Oficial que deveria sair na manhã desta quinta-feira,mas que foi publicado ontem para garantir a perspectiva do foro especial ao seu agora ministro da Casa Civil, nada mais resta senão cumprir-se o caminho constitucional de ejetar ela e todos os demais indivíduos que ainda governam este país. É o mínimo que se pode dizer nesta quinta-feira na qual o país amanhece triste diante dessa certeza.Há quem entenda que o estado de flagrância da presidente da República e do ex-presidente se assemelha ao que levou à prisão o ex-líder do governo,senador Delcídio do Amaral por tentativa de obstrução da Justiça.
Medo de Sérgio Moro
“Nós temos uma Suprema Corte totalmente acovardada,um Superior Tribunal de Justiça totalmente acovardado,um Congresso totalmente acovardado” diz lula na gravação da conversa com a presidente Dilma,e arremata que ‘tenho medo é da república de Curitiba, porque a partir de um juiz de primeira instância,tudo pode acontecer no Brasil”.
Sai a Comissão do Impeachment
Os líderes de bancadas e de Partidos precipitaram uma reunião que deveria ocorrer hoje,e resolveram instalar nesta quinta-feira, a Comissão Especial que decidirá sobre a admissibilidade ou não do pedido de impeachment da presidente Dilma Roussef.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, prevê que a Câmara finalize a sua parte em duas semanas.
Quando 28 decidem por 513
Entre os dois votos contrários à mudança no rito de admissão do processo de impeachment pela Camara, é interessante a ponderação de Dias Tóffoli. Segundo ele, a posição majoritária do STF – nove votos – continha um equívoco,na medida em que “dá a 28 lideres de bancadas, o poder de 513 deputados para decidirem sobre a formação da comissão”. O outro voto contrário foi do ministro Gilmar Mendes.O placar final foi de 9 a 2.
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
Os comentários estão desativados.