Sexta-feira, 19 de junho de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política Operação contra o senador Jaques Wagner pegou o governo Lula e o chefe da Polícia Federal de surpresa

Compartilhe esta notícia:

Nos bastidores, a surpresa também alcançou setores da própria Polícia Federal.

Foto: Divulgação
Nos bastidores, a surpresa também alcançou setores da própria Polícia Federal. (Foto: Divulgação)

A operação da Polícia Federal que teve como alvo o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, provocou forte repercussão nos bastidores de Brasília e surpreendeu integrantes do Palácio do Planalto. A ação, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), foi deflagrada no âmbito das investigações sobre supostas irregularidades relacionadas ao Banco Master e atingiu um dos principais articuladores políticos da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo relatos de interlocutores do governo, a operação não era esperada por integrantes da cúpula do Executivo, que acompanharam com apreensão os desdobramentos da investigação. O episódio ganhou ainda mais relevância pelo fato de Wagner ocupar posição estratégica na articulação entre o governo e o Congresso Nacional, sendo considerado um dos aliados mais próximos de Lula.

Nos bastidores, a surpresa também alcançou setores da própria Polícia Federal. De acordo com informações divulgadas por veículos da imprensa nacional, a ação foi conduzida sob elevado grau de sigilo, o que restringiu o conhecimento prévio da operação a um grupo reduzido de autoridades envolvidas diretamente no caso. O objetivo foi evitar vazamentos e garantir a efetividade das diligências autorizadas pela Justiça.

A investigação busca esclarecer possíveis vínculos entre agentes públicos e interesses ligados ao Banco Master. Os investigadores apuram a existência de contatos, negociações e eventuais favorecimentos que possam ter ocorrido em benefício da instituição financeira ou de pessoas ligadas ao grupo empresarial investigado.

Apesar da repercussão política, o governo adotou postura cautelosa após a divulgação da operação. Integrantes do Planalto ressaltaram que as buscas não representam condenação ou culpa dos envolvidos e defenderam o respeito às etapas legais da investigação. Aliados de Wagner também afirmaram confiar na capacidade do senador de prestar esclarecimentos às autoridades.

A oposição, por sua vez, utilizou o episódio para aumentar a pressão sobre o governo e cobrar explicações sobre a relação entre integrantes da administração federal e personagens citados nas apurações. Parlamentares oposicionistas argumentam que os fatos demonstram a necessidade de aprofundamento das investigações.

Enquanto isso, Jaques Wagner mantém suas atividades parlamentares e segue à frente da liderança do governo no Senado. Os próximos passos da investigação deverão determinar se os elementos reunidos pela Polícia Federal resultarão em novas diligências ou eventual responsabilização dos envolvidos.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

5 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários
Glaucio dos Santos Brum
18 de junho de 2026 21:27

Era uma questão de tempo, pois a coisa já está escancarada demais. O próprio Paulo Gonet disse que não aceitaria denúncias que envolvessem a PGR e o STF, o que é uma clara evidência de que ali há culpa no cartório. Felizmente a verdade está sendo apurada e o escudo dourado que blinda o senado e o judiciário aparelhado parece estar cedendo.

vanderlei stefani
18 de junho de 2026 20:56

Mendonça só precisa explicar por que não há operação contra Flávio Bolsonaro e seus R$ 61 milhões

Eloa Gute
18 de junho de 2026 19:17

O Lula sempre falou, se fez coisa errada, que pagem, inclusive ele falou para o próprio filho!

Glaucio dos Santos Brum
18 de junho de 2026 21:21
Responder para  Eloa Gute

Recordem de que o prórpio Lula articulou junto ao STF para que fosse derrubada a quebra de sigilo fiscal sobre seu filho e, graças a seu amigo Flávio Dino, conseguiu.

César
18 de junho de 2026 20:37
Responder para  Eloa Gute

Tira a máscara. Tu é PT raiz.

“Você faz parte disso”, disse sócio de Vorcaro ao líder do governo Lula sobre venda do Banco Master ao Banco de Brasília
Copa do Mundo 2026: Suíça goleia Bósnia e se aproxima de classificação ao mata-mata
Pode te interessar
5
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x