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Mundo Estados Unidos, Brasil e outros 17 países ampliam ajuda à Venezuela após terremoto mais forte no país em 126

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A mobilização internacional em torno dos terremotos que atingiram a Venezuela na quarta-feira (24) segue em expansão. (Foto: Reprodução)

A mobilização internacional em torno dos terremotos que atingiram a Venezuela na quarta-feira (24) segue em expansão, com novos anúncios de apoio humanitário e reforço nas operações de resgate. O abalo de magnitudes 7,5 foi classificado pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) como o mais forte registrado no país desde 1900. Estados Unidos, Brasil e ao menos outros 17 países ampliaram o envio de ajuda à Venezuela.

Em Caracas e nas regiões mais afetadas, o governo da presidente interina Delcy Rodríguez intensificou nessa quinta-feira, 25, as operações de emergência. As autoridades priorizam as buscas durante o período de luz do dia para tentar localizar sobreviventes ainda sob os escombros.

No campo internacional, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva anunciou na noite dessa quinta-feira, 25, que o Brasil enviará para a Venezuela no sábado, 27, um voo com equipamentos para a montagem de um hospital de campanha, cem purificadores de água com painel solar, medicamentos e material médico para cirurgias.

Nesta sexta, 26, o Brasil mandará um voo com 36 bombeiros de São Paulo, Minas Gerais e Paraná, quatro técnicos da Defesa Civil Nacional e outros quatro técnicos da Agência Nacional de Telecomunicações. Nessa viagem também serão enviados nove toneladas de equipamentos para ajudar nas buscas.

Lula já havia determinado o acompanhamento da situação pelo Ministério das Relações Exteriores e expressou solidariedade ao povo venezuelano, destacando a disposição do país em colaborar com os esforços de recuperação e assistência às vítimas.

Os Estados Unidos anunciaram mobilização imediata de equipes de busca e resgate, além do envio de suprimentos médicos e assistência humanitária. O presidente Donald Trump afirmou que os terremotos tiveram “proporções gigantescas” e que o país está pronto para atuar em coordenação com parceiros internacionais.

A China também se colocou à disposição para auxiliar nas operações de resposta. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, afirmou que Pequim está pronta para fornecer “toda a ajuda possível”, conforme as necessidades apresentadas pelas autoridades venezuelanas, e confirmou que não há registro de cidadãos chineses entre as vítimas.

A França, por sua vez, anunciou o envio imediato de uma equipe especializada de 85 socorristas para operações de resgate e remoção de escombros. O presidente Emmanuel Macron afirmou ter expressado solidariedade ao povo venezuelano após diálogo com a presidente interina e declarou que o país está pronto para ampliar o apoio em coordenação com seus parceiros europeus.

Delcy Rodríguez também informou que o setor privado venezuelano foi acionado para fornecer máquinas pesadas na remoção de destroços e confirmou a chegada de equipes de busca e salvamento certificadas pela ONU. O governo anunciou ainda a criação de um fundo de reconstrução de US$ 200 milhões para hospitais e residências danificadas, sob coordenação dos ministérios da Economia e das Finanças.

Os terremotos, seguidos por diversas réplicas, provocaram colapsos estruturais em áreas urbanas, interrupções de serviços e grande mobilização das forças de emergência. Autoridades venezuelanas alertam que o número de vítimas ainda pode aumentar à medida que os trabalhos de resgate avançam nas áreas mais atingidas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Eloa Gute
26 de junho de 2026 07:06

Só espero q o Lula não dê dinheiro público para Venezuela, mande comida e remédios isso é importante, mas não fique só na promessa, alimentos nesse momento é muito importante.

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