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Porto Alegre Nova lei municipal amplia as possibilidades de ocupação de lojas no “Camelódromo” de Porto Alegre

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Unidades agora também podem ser utilizadas por MEI e microempresas. (Foto: Pop Center/Divulgação)

O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, sancionou nessa segunda-feira (6) uma lei que permite a ocupação de lojas do Pop Center – “Camelódromo” da rua Voluntários da Pátria (Centro Histórico) – também por microempreendedores individuais (MEI) e microempresas. Até então, o aluguel dos espaços do empreendimento era exclusivo para comerciantes populares, que continuarão a ter preferência no local.

De acordo com a administração municipal, a flexibilização tem por finalidade reduzir o número de unidades desocupadas no complexo (inaugurado em fevereiro de 2009), bem como incentivar o empreendedorismo, fortalecer a atividade econômica formal e ampliar a circulação de pessoas na região. Melo ressaltou:

“Esse é um passo significativo para fortalecer o empreendedorismo, ampliar a geração de empregos e consolidar o Pop Center como porta de oportunidades para famílias e polo diversificado de negócios. Para o País crescer, é preciso reduzir juros, burocracia os juros e cuidar de quem mais precisa: os MEI, que representam cerca de 90% dos negócios brasileiros, e merecem atenção especial”.

Diretora institucional do Centro Popular de Compras, Elaine Deboni ressaltou que a mudança representa um novo momento para o empreendimento: “Mais que ocupar lojas, estamos criando oportunidades. Essa mudança permite que mais pessoas transformem seus projetos em negócio, gerem renda e encontrem no Pop Center um caminho para empreender com dignidade”.

De acordo com o secretário-adjunto de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Eventos de Porto Alegre, Filipe Tisbierek, a alteração acompanha a dinâmica do mercado e fortalece o papel do Centro Popular de Compras como ambiente de negócios:

“O Pop Center é um equipamento estratégico para o desenvolvimento econômico da cidade. Com essa atualização da legislação, preservamos a essência do projeto, que continua priorizando os comerciantes populares, mas também abrimos novas oportunidades para quem quer empreender, gerar emprego e contribuir para a revitalização do Centro Histórico”.

(Marcello Campos)

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