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Colunistas Cleitinho e Cunha

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1º turno será no dia 4 de outubro e o 2º no dia 25 do mesmo mês. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

A disputa eleitoral em Minas Gerais, 2º maior colégio eleitoral do País, tem um elemento que passa desapercebido da grande massa de eleitores. Por trás da possível candidatura de Marcelo Aro ( PP) ao Palácio da Liberdade está a garantia da eleição do ex-deputado federal Eduardo Cunha, hoje no Republicados. O carioca ex-presidente da Câmara migrou seu título para MG e quer se eleger federal, agora pelas alterosas, e tem o PP como aliado. Ocorre que, se o Republicanos voltar atrás e indicar o senador Cleitinho ao Governo, a candidatura de Cunha deverá subir no telhado, porque é pulo de dez que Cleitinho irá abandoná-lo no 1º questionamento sobre a legitimidade de um carioca buscar um mandato em Minas. Paralelo a esse cenário, Cunha está nas mãos de Cleitinho e de seu irmão, Gleidson Azevedo, ex-prefeito de Divinópolis. Cunha aposta na candidatura a federal de Gleidson como um puxador de votos para eleger mais federais, incluindo o próprio ex-deputado. Gleidson é aposta de Cleitinho para ser o mais votado em Minas. Mas se o potencial candidato ao Governo rifar Cunha, como se espera do cenário vindouro, nem Gleidson ajudará (vai é tomar votos do carioca). Resta saber se o presidente do Republicanos, Marcos Pereira, tem condições de garantir que Cleitinho cumpra o acordo em não detonar seu mais novo correligionário. Cleitinho, líder isolado nas pesquisas, peitou o partido e agora quer ser candidato ao Governo. As outras candidaturas só aguardam o anúncio de Cleitinho para abrir a artilharia.

Os vices
Com a derrocada do nome da senadora Tereza Cristina, o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) pode aparecer até sexta-feira com uma mulher ou um homem como vice na chapa. Ela, Damares Alves (DF), “terrivelmente evangélica”. Ele, o astronauta Marcos Pontes (SP). Ambos são fiéis ao pai ex-presidente, senadores bem votados e filiados ao Republicanos, legenda que pode fazer a diferença na corrida nacional.

R$ 3.025.630,15
Este é o valor que a banca Gabino Kruschewski, do procurador baiano e advogado Eugênio Kruschewski recebeu de Daniel Vorcaro do Banco Master apenas num repasse. Mais de R$ 3 milhões. Isso está no inquérito da PF no caso Jaques Wagner, cujo sigilo foi derrubado pelo STF. Eugênio é o advogado do Master. Ele alega que o valor “corresponde ao pagamento regular de honorários advocatícios pela prestação de serviços jurídicos, devidamente contratados e formalizados”.

Cine $obre Roda$
A servidora Joelma de Oliveira Gonzaga, do Ministério da Cultura, é a responsável por assinar liberação de R$ 6 milhões – sem contrapartida financeira e sem chamamento público – para o “Cultura sobre rodas” ao Instituto Nacional de Políticas Públicas, entidade tocada por um ex-vendedor de Açaí. O dono do INPP, Hugo Dleon Nunes Batista, ainda não respondeu a Coluna como será isso em 14 cidades do Rio de Janeiro.

Xow do Zucco
Tenente-Coronel do Exército e ex-segurança da presidente Dilma, Luciano Zucco (PL) sonhava ser… paquito da Xuxa na sua adolescência, contam fontes próximas. O deputado federal do PL, há anos bolsonarista verde-oliva, pode levar o Governo do Rio Grande do Sul. Sua maior rival, empatada nas pesquisas, é Juliana Brizola, que carrega o peso do sobrenome do avô. Zucco e Juliana construíram trajetórias sem padrinhos.

Rifadaço
O senador Jayme Campos (União), dos mais veteranos e conhecidos na política do Centro-Oeste, não será candidato ao Governo de Mato Grosso. O ex-governador Mauro Mendes (União) “patrolou” Campos na convenção do partido e firmou apoio a Otaviano Pivetta (Rep) para candidato a governador. Jayme esperava a ajuda oficial do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, e foi rifado.

* Leandro Mazzini com equipe DF, RJ e SP (@colunaesplanada)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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1 Comentário
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cezar roldão schuaste
3 de agosto de 2026 10:16

A pessoa entra em campo com o pé direito para ter sorte, aperta a mão com a direita, dirige no lado direito da rua pra não andar errado, amarra o sapato direito primeiro para não ter um péssimo dia, depois disso tudo pensa em votar nos mentirosos da esquerda achando que pode dar alguma coisa certa, aí é ser cruel consigo mesmo.

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