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Eleições 2026 Urna eletrônica é aberta em ato público na Justiça Eleitoral gaúcha para demonstrar a transparência e segurança do equipamento

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A ação integra a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, promovida pelo TSE

Foto: Guilherme Lund/TRE-RS
A ação integra a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, promovida pelo TSE. (Foto: Guilherme Lund/TRE-RS)

O TRE-RS (Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul) realizou na segunda-feira (3), no plenário da instituição, em Porto Alegre, a cerimônia de abertura de uma urna eletrônica. A ação integra a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, promovida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), com o objetivo de conscientizar os eleitores sobre o funcionamento do equipamento.

O ato contou com a presença da presidente do TRE-RS, desembargadora Maria de Lourdes Galvão Braccini de Gonzalez; do vice-presidente e corregedor da Corte, desembargador Antônio Maria Rodrigues de Freitas Iserhard; de outros integrantes do tribunal; de representantes dos Três Poderes, do Ministério Público, da OAB/RS (Ordem dos Advogados do Brasil, seccional do Rio Grande do Sul) e da imprensa.

Ao abrir o evento, a presidente do TRE-RS declarou que a iniciativa busca “aproximar a Justiça Eleitoral da sociedade, ampliando o conhecimento da população sobre o funcionamento, a segurança, a transparência e a auditabilidade das urnas eletrônicas”.

A magistrada fez uma defesa enfática da urna eletrônica, afirmando que o equipamento é uma conquista da democracia brasileira. “Há décadas, ela contribui para a realização de eleições céleres, inclusivas e seguras”, declarou. A desembargadora também ressaltou que o sistema eletrônico de votação está em constante aperfeiçoamento e é submetido a rigorosos procedimentos de fiscalização e auditoria. Por fim, afirmou que “a democracia se fortalece quando as instituições dialogam com a sociedade e quando o conhecimento substitui a desconfiança”.

Em seguida, o secretário de Tecnologia da Informação do TRE-RS, Daniel Wobeto, destacou que grande parte da desinformação decorre do desconhecimento sobre o funcionamento das urnas eletrônicas.

Servidores da Corte fizeram uma apresentação minuciosa da urna, mostrando todos os componentes e camadas da mesma.

O assessor de Orientação Tecnológica, Luís Fernando Schauren, apresentou os principais objetivos que motivaram a criação da urna eletrônica: eliminar a interferência humana na apuração e na totalização dos votos, preservar o sigilo do voto e garantir que cada eleitor vote apenas uma única vez. Também reforçou que a urna eletrônica não é conectada à internet e, por isso, não possui acesso a qualquer recurso de rede, como Wi-Fi ou Bluetooth.

O vice-presidente e corregedor do TRE-RS encerrou o evento, que classificou como um “ato cívico”. Ele afirmou que a apresentação demonstrou a confiabilidade das urnas eletrônicas, comprovando “a incolumidade e a higidez do voto”.

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4 Comentários
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vanderlei stefani
4 de agosto de 2026 10:34

O tenente-brigadeiro Carlos Baptista Junior, ex-comandante da Aeronáutica no governo Jair Bolsonaro, decidiu contar, em livro, o que viveu por dentro de um dos períodos mais delicados da história recente do País. Comandante da Força Aérea Brasileira entre abril de 2021 e janeiro de 2023, ele enfrentou uma etapa de forte tensão e uma atmosfera hostil protagonizada por Bolsonaro e a cúpula das Forças Armadas – um período em que a manutenção da ordem democrática dependeu, em parte, de decisões tomadas nos quartéis. O testemunho do oficial foi crucial nos autos da ação penal 2668, no Supremo Tribunal Federal, que… Leia mais »

MIRO
4 de agosto de 2026 10:32

As vulnerabilidades nos sistemas de votação são reais e precisam ser corrigidas. Ao mesmo tempo, a maneira como são usadas para disseminar o medo não reflete a segurança real das eleições. 
Pesquisadores de segurança encontram vulnerabilidades reais embutidas no código e nas operações dos sistemas de votação dos EUA, assim como fazem com redes elétricas, bancos e telecomunicações, que compartilham a mesma designação de “infraestrutura crítica” que as eleições. Encontrar uma falha e corrigi-la é sinal de um sistema maduro, não de que ele está quebrado.

MIRO
4 de agosto de 2026 10:31

Pesquisadores de segurança e defensores da integridade eleitoral de todo o espectro político têm pressionado pelo uso de cédulas de papel: não porque elas impeçam ataques cibernéticos, mas porque garantem que eles não passem despercebidos. Uma cédula de papel verificada pelo eleitor, um registro físico da intenção do eleitor que existe independentemente de qualquer software, funciona como um mecanismo de controle. Se um software for manipulado para alterar um voto registrado, a cédula de papel permanece inalterada e essa discrepância é detectável.

MIRO
4 de agosto de 2026 10:23

Ao abrir a Urna, o que eles esperavam mostrar??…..Que não tinha um chinezinho lá dentro manipulando os votos???

CENTENAS DE ESPECIALISTAS AFIRMAM: Meios eletronicos de votação são vulneraveis, e devem ser acompanhados de outros tipos de meios de verificação….

FAQ: Voting System Vulnerabilities and How They Can Be …
– Center for Democracy and Technology
https://cdt.org › Insights
15 de jul. de 2026 — The review found that all three systems could be compromised by an attacker with physical access: testers bypassed tamper-resistant seals, ..