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Economia Dólar fecha em alta de 0,43%, a R$ 5,14, e Bolsa recua 0,65%

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A valorização ocorreu em meio à maior cautela dos investidores diante da alta do petróleo e das tensões no Oriente Médio.

Foto: Freepik
A valorização ocorreu em meio à maior cautela dos investidores diante da alta do petróleo e das tensões no Oriente Médio. (Foto: Freepik)

O dólar fechou em alta de 0,43% nesta segunda-feira (14), cotado a R$ 5,147, enquanto o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores, recuou 0,65%, aos 185.986 pontos. O mercado acompanhou a alta do petróleo no exterior e a expectativa pelas decisões sobre juros no Brasil e nos Estados Unidos previstas para esta semana.

A moeda norte-americana chegou a R$ 5,18 na máxima do pregão. A valorização ocorreu em meio à maior cautela dos investidores diante da alta do petróleo e das tensões no Oriente Médio. O cenário também influenciou os mercados internacionais.

O petróleo Brent, referência para o mercado internacional, chegou a superar US$ 108 por barril durante a sessão. A commodity avançou em meio a preocupações com o fornecimento e aos efeitos das tensões envolvendo o Oriente Médio e o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas para o transporte mundial de petróleo.

Na Bolsa brasileira, o Ibovespa operou em queda durante boa parte do pregão e encerrou aos 185.986 pontos. Entre as principais ações, os papéis da Petrobras subiram 0,16%, acompanhando a valorização do petróleo. As ações da Vale recuaram 3,29%.

O desempenho da Vale contribuiu para pressionar o principal índice da Bolsa brasileira, em uma sessão marcada também pela queda de ações de empresas de tecnologia no exterior.

No cenário internacional, os principais índices acionários dos Estados Unidos operaram em baixa. Bolsas europeias e asiáticas também registraram perdas, em um ambiente de maior aversão ao risco provocado principalmente pela alta do petróleo e pelas incertezas relacionadas ao cenário geopolítico.

Os investidores ainda aguardam as decisões de política monetária previstas para quarta-feira (16). Nos Estados Unidos, o Federal Reserve deverá anunciar sua decisão sobre os juros. No Brasil, a atenção está voltada para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

A trajetória dos juros americanos é acompanhada pelo mercado porque influencia o fluxo de recursos para ativos de países emergentes, enquanto a decisão do Copom é importante para as expectativas sobre a política monetária brasileira e o comportamento dos ativos domésticos.

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1 Comentário
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Marco Antonio
15 de setembro de 2026 00:44

Acho que estão sentindo cheiro de 🍕

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