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Economia Dólar fecha a R$ 5,10 e Bolsa brasileira sobe 0,44%

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A moeda norte-americana oscilou durante o pregão e chegou a atingir R$ 5,136 na máxima do dia.

Foto: Freepik
A moeda norte-americana oscilou durante o pregão e chegou a atingir R$ 5,136 na máxima do dia. (Foto: Freepik)

O dólar comercial fechou a sessão dessa terça-feira (22) em queda de 0,11%, cotado a R$ 5,103, enquanto o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores,  avançou 0,44%, aos 187.422,92 pontos. O mercado acompanhou a divulgação da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central e monitorou os movimentos dos preços do petróleo no mercado internacional.

A moeda norte-americana oscilou ao longo do pregão e chegou a atingir R$ 5,136 na máxima do dia. Com o resultado, o dólar registrou a segunda queda consecutiva em relação ao real. Na segunda-feira (21), a moeda havia recuado 0,70%, encerrando a sessão cotada a R$ 5,108.

No mercado acionário, o Ibovespa começou o dia em baixa, mas passou a operar no campo positivo durante a manhã. O principal índice da Bolsa brasileira chegou à mínima de 184.976,81 pontos e atingiu a máxima de 187.671,74 pontos antes de encerrar aos 187.422,92 pontos. O volume financeiro negociado ficou em torno de R$ 30,2 bilhões.

Entre os fatores acompanhados pelos investidores esteve a ata da reunião do Copom, divulgada nesta terça-feira (22). O documento detalhou a decisão tomada na semana anterior, quando o Banco Central reduziu a taxa Selic de 14% para 13,75% ao ano.

No documento, o Copom apontou sinais de desaceleração da atividade econômica e do crédito, mas destacou que o cenário ainda exige atenção em relação à inflação. As expectativas inflacionárias permanecem acima da meta perseguida pelo Banco Central, enquanto o cenário fiscal e as condições financeiras também continuam entre os fatores considerados pelo colegiado.

A ata não indicou previamente qual será o próximo movimento da taxa básica de juros. O Banco Central afirmou que a condução da política monetária dependerá da evolução dos indicadores econômicos e da avaliação dos riscos para a convergência da inflação à meta.

No exterior, os investidores também acompanharam a trajetória do petróleo. Os preços da commodity recuaram durante a sessão, em meio às expectativas sobre possíveis avanços nas negociações envolvendo Estados Unidos e Irã e os possíveis efeitos de um eventual acordo sobre a oferta mundial de petróleo.

A movimentação do petróleo é acompanhada de perto pelo mercado brasileiro devido ao peso da Petrobras e de outras empresas ligadas à cadeia de óleo e gás na composição do Ibovespa. A variação da commodity também influencia as perspectivas para inflação e atividade econômica.

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3 Comentários
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ochoavanderlei@gmail.com
22 de setembro de 2026 18:19

Observem como a direita joga sujo. Tenta induzir medo ao povo. Durante a campanha eleitoral de 2022, Jair Bolsonaro, integrantes de sua equipe econômica (como o ex-ministro Paulo Guedes) e aliados de seu governo projetavam cenários de forte instabilidade econômica caso o PT vencesse a eleição. ​As estimativas e alardes em relação ao dólar e à inflação se dividiam entre o discurso oficial de campanha e os discursos mais inflamados das redes sociais: ​Dólar: ​Projeções e discursos oficiais/aliados: Paulo Guedes e figuras ligadas à economia do governo argumentavam que a incerteza fiscal, o fim da agenda de privatizações e o… Leia mais »

ochoavanderlei@gmail.com
22 de setembro de 2026 17:51

Brasil vai mal, conforme previa o Paulo guegues, ministro de bolsonaros estamos virando uma Venezuela, quem sabe Cuba.

Marco Antonio
23 de setembro de 2026 00:42

O povo nao vai deixar pq vamos correr com esse velho gaga do poder,se ele gosta tanto do regime que va morar na terra do fidelidade,ou quem sabe no Irã.

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