Segunda-feira, 28 de setembro de 2026

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Economia Dólar sobe 0,49% e fecha a R$ 5,19; Bolsa cai 0,99%, aos 183.965 pontos

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A moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,166 e R$ 5,202 durante o pregão.

Foto: Freepik
A moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,166 e R$ 5,202 durante o pregão. (Foto: Freepik)

O dólar fechou a sessão desta quinta-feira (24) em alta de 0,49%, cotado a R$ 5,1937 na venda. No mesmo dia, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, recuou 0,99%, aos 183.965,91 pontos. O movimento ocorreu em meio à valorização do petróleo no mercado internacional, à alta dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos e às expectativas em torno da trajetória dos juros norte-americanos.

A moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,166 e R$ 5,202 durante o pregão. Foi a segunda sessão consecutiva de alta do dólar ante o real. No exterior, o índice DXY, que acompanha o desempenho da moeda dos Estados Unidos em relação a uma cesta de divisas, também avançou.

No mercado acionário, o Ibovespa chegou a atingir máxima de 186.211 pontos e mínima de 183.835 pontos. O índice acumulou a segunda queda consecutiva, depois de ter recuado 0,86% na sessão anterior. O volume financeiro negociado ficou na casa de R$ 26,5 bilhões, segundo dados do fechamento do mercado.

Entre os fatores que pressionaram os mercados esteve a alta do petróleo. O barril do Brent, referência internacional, avançou 3,41% nesta quinta-feira, para US$ 106,60. A valorização da commodity ocorre em meio às incertezas relacionadas ao fornecimento de petróleo e às tensões no Oriente Médio.

A alta do petróleo também aumentou a preocupação dos investidores com possíveis impactos sobre a inflação. Em paralelo, os rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano permaneceram elevados, o que contribuiu para a cautela nos mercados de ativos de risco.

Nos Estados Unidos, o cenário também foi influenciado por dados de atividade econômica. O índice de gerentes de compras (PMI) composto, que reúne os setores de indústria e serviços, avançou de 56 em agosto para 58,4 em setembro, segundo dados preliminares da S&P Global. O resultado indicou expansão da atividade e alimentou as expectativas de que os juros norte-americanos possam permanecer elevados por mais tempo.

Em Wall Street, o Dow Jones encerrou o dia em queda de 0,31%, aos 51.349,98 pontos. O S&P 500 recuou 0,02%, para 7.704,23 pontos, enquanto o Nasdaq teve leve alta de 0,01%, aos 26.939,37 pontos.

No cenário brasileiro, os investidores também repercutiram o Relatório de Política Monetária divulgado pelo Banco Central. O documento elevou para 90% a probabilidade estimada de o IPCA superar o teto da meta de inflação em 2026. O BC manteve em 5,2% a projeção para a inflação acumulada neste ano.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que os próximos passos da política monetária dependerão da evolução dos indicadores econômicos. A autoridade monetária também informou que começará, a partir de 5 de outubro, a rolagem dos contratos de swap cambial com vencimento em 3 de novembro.

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3 Comentários
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ochoavanderlei@gmail.com
25 de setembro de 2026 06:11

No governo do presidiário…..

Dólar (PTAX / Fechamento): O dólar comercial encerrou o ano de 2022 cotado a R$ 5,21 no dia 30 de dezembro. Ao longo do ano, a moeda americana teve forte variação, oscilando entre a mínima de R$ 4,59 (em março) e a máxima de R$ 5,68 (logo no início de janeiro). Na média anual, o dólar ficou em torno de R$ 5,16.
​Inflação (IPCA): A inflação oficial do país em 2022 fechou em 5,79%, desacelerando em relação ao ano anterior (2021 havia fechado em 10,06%).

ochoavanderlei@gmail.com
25 de setembro de 2026 06:04

AS PREVISÕES DE PAULO GEGUES…100% ER RA DAS…A direita golpista trabalha induzindo o povo aí medo da esquerda. Deu tudo errado nas previsões dos BANANAS 🍌 🍌 🍌 🍌 ​Em declarações e discursos de campanha associados ao Ministério e ao próprio presidente Bolsonaro, foi recorrentemente enfatizada a tese de que o retorno da esquerda poderia levar o Brasil ao colapso econômico observado em países vizinhos. Ficou famosa a declaração de Paulo Guedes — proferida inicialmente em 2021 e reativada no debate de 2022 — de que tomar caminhos econômicos heterodoxos faria o país “virar Argentina em seis meses e Venezuela… Leia mais »

Eloa Guten não falei isso antes, porque não q
24 de setembro de 2026 20:38

Porque o dólar subiu tanto?

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