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Mundo Jurista sul-africana alfineta o presidente dos EUA ao agradecer Nobel da Paz: “Talvez eu divida o prêmio com Trump”

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Pillay presidiu a Comissão Internacional Independente de Inquérito da ONU Sobre o Território Palestino Ocupado

Foto: Reprodução de vídeo
Pillay presidiu a Comissão Internacional Independente de Inquérito da ONU Sobre o Território Palestino Ocupado. (Foto: Reprodução de vídeo)

Ao saber que foi escolhida para receber o Prêmio Nobel da Paz 2026, a jurista sul-africana Navanethem “Navi” Pillay, de 85 anos, alfinetou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e se disse surpresa com a premiação.

Ovacionada no Palácio de Justiça de Nuremberg, na Alemanha, onde estava nesta sexta-feira (9) quando recebeu a notícia, Pillay brincou que, se os presentes aplaudissem mais, “talvez divida esse prêmio com Trump”.

Além de alfinetar Trump, que defendia a sua própria candidatura ao Nobel da Paz, a jurista sul-africana fez referência à oposicionista venezuelana Maria Corina Machado. Laureada com o prêmio no ano passado, Corina entregou a medalha do Nobel da Paz a Trump em um encontro na Casa Branca e dedicou o prêmio ao presidente dos EUA, de quem é aliada.

“Acho muito apropriado estar aqui com amigos e colegas, todos comprometidos com a defesa dos direitos humanos. A última coisa que fiz foi entregar o relatório sobre Gaza, classificando o que está acontecendo lá como genocídio. Uma das principais reações a esse relatório foi uma homenagem à minha coragem. E vocês podem imaginar como fiquei surpresa. Por que seria necessário ter coragem para dizer a verdade? Você interpreta a lei, analisa todos os fatos. Trata-se, portanto, de uma tomada de decisão imparcial. Muito obrigada, de verdade. Espero que isso [Nobel da Paz] não seja uma brincadeira, foi tudo o que eu disse [ao comitê]”, afirmou Pillay.

Ela presidiu a Comissão Internacional Independente de Inquérito da ONU Sobre o Território Palestino Ocupado até novembro de 2025. Sob sua liderança, a comissão publicou relatórios contundentes que acusaram as altas lideranças de Israel de cometerem atos de genocídio na Faixa de Gaza.

A jurista disse também que está atuando como juíza em um processo movido pela Gâmbia contra Mianmar e afirmou que não pensa em parar de trabalhar no momento, apesar de ter 85 anos.

“Obviamente, não posso interromper meu trabalho em apoio à Academia dos Princípios de Nuremberg, por causa das pessoas que encontramos aqui. Mas, de verdade, muito obrigada”, declarou.

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4 Comentários
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ochoavanderlei@gmail.com
9 de outubro de 2026 10:51

Quem tem inteligência bota os imbenos seus devidos lugares. Que maravilha. Tapa com luva de pelica.

MIRO
9 de outubro de 2026 09:54

UMA AUTENTICA ANTISEMITA…

Militante do HAMAS, IRÃ, Palestina…..

Como a humanidade criou Seres Gosmentos , nestes ultimos tempos…

“comissão publicou relatórios contundentes”….
Não parece as ONGs aqui no Brasil, no governo do BOZO, que criavam aqueles relatorios sobre desmatamentos, queimadas da amazonia???……É O MESMO LIXO.

vanderlei stefani
9 de outubro de 2026 09:48

Cuidado, o laranjão tem a mão boba

MIRO
9 de outubro de 2026 09:29

LIXO…ONU COMUNISTA….Incrivel , mas estas instituições estão PODRES….

Fico feliz que não tenham dado para o LADRÃO… A chance era grande, visto que os tentaculos da quadrilha alcançam aonde vcs não podem imaginar…

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