Quarta-feira, 28 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 28 de outubro de 2026
Encontro pessoal foi pedido em razão da "necessidade de diálogo direto" entre o presidente do PL e ex-presidente (E)
Foto: Divulgação/PLO ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), para receber em sua casa o presidente do PL Nacional, Valdemar da Costa Neto.
A solicitação foi feita nesta quarta-feira (28), logo após o filho do ex-chefe do Executivo, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), chegar aos Estados Unidos após sair do país. O encontro foi pedido em razão da “necessidade de diálogo direto” entre Valdemar e Bolsonaro.
A solicitação não indica uma data para a visita, mencionando apenas que ela será “oportunamente ajustada”. O ex-presidente recebeu a visita de Flávio na manhã desta segunda, na esteira da derrota do senador na disputa ao Palácio do Planalto. Na noite de terça-feira (27), o parlamentar atravessou a fronteira do País com a Argentina e pegou um avião com destino a Miami, nos EUA.
Na manhã desta quarta-feira, Bolsonaro recebeu a visita de seu filho Carlos, senador eleito por Santa Catarina. Em vídeo, o parlamentar não citou a saída do irmão e diz que pediu desculpas ao pai. “Falei, desculpa pai, a gente falhou. Ele disse: ‘Negativo, muita coisa a fazer pelo Brasil ainda'”, disse em vídeo divulgado nas redes sociais.
Na tarde de terça-feira, em meio aos rumores espalhados pelos aliados sobre Flávio já ter saído do Brasil, Valdemar reuniu parlamentares do PL na sede do partido, em Brasília. O encontro se deu após integrantes da legenda cobrarem esclarecimentos sobre a situação do senador, enquanto dirigentes tentam avaliar as consequências políticas e jurídicas de uma eventual saída do país.
O coordenador da campanha derrotada de Flávio, Rogério Marinho também participou do encontro. Ele afirmou que foi surpreendido pelas notícias sobre a saída e que esperava que o senador assumisse a liderança da oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Marinho disse que não foi informado sobre qualquer viagem e relatou ter recebido uma mensagem de Flávio pela manhã, na qual o senador afirmou que precisava de um tempo antes de voltar a conversar com seus aliados.
“Então até compreendo caso Flávio tenha saído do Brasil. Não digo que concordo porque não fui consultado”, afirmou. A saída de Flávio ocorreu após a Polícia Federal cancelar os passaportes do senador, seguindo uma ordem de Moraes. O parlamentar descumpriu o prazo para entregar os documentos à corporação. Também violou a ordem para que não deixasse o País.
As medidas foram impostas ao senador em razão da investigação que apura suposta lavagem de dinheiro e evasão de divisas de cifras bilionárias, via beta. A apuração mira ainda o advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio que também está em Miami.
Ao pedir a apreensão dos passaportes de Flávio, a Polícia Federal destacou a “evasão bem-sucedida” do amigo Willer Tomaz. Os investigadores também apontaram que havia “estruturas já estabelecidas no exterior” que poderiam permitir uma “permanência prolongada” do senador os Estados Unidos. Segundo a PF, era “evidente o risco concreto de evasão do território nacional”.
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Programa domiciliar kkkkkkkk
Quer moleza? Toma uma sopa de minhoca, que não tem osso. Essa gente da direita golpista não tem jeito mesmo. Um presidiário comandando dentro da cadeia. Só no Brasil mesmo.