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Brasil Durante sabatina, economista Ilan Goldfajn pede mais autonomia para o Banco Central e promete inflação na meta

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O indicado para a presidência do Banco Central, Ilan Goldfajn, participa de sabatina na CAE do Senado (Foto: Folhapress)

O economista Ilan Goldfajn afirmou nesta terça-feira (07) que é imprescindível manter e aprimorar a autonomia do Banco Central. Em seu primeiro discurso após ser indicado pelo presidente interino Michel Temer para comandar o BC, Ilan disse ainda que a inflação baixa é condição essencial para a retomada do crescimento econômico e prometeu colocar o índice de preços ao consumidor na meta de 4,5%.

“Nosso objetivo será cumprir plenamente a meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, mirando o seu ponto central”, afirmou Ilan.

As afirmações foram feitas durante a sabatina de Ilan na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos do Senado). A expectativa é que o economista tenha seu novo aprovado ainda nesta terça-feira pela comissão e também pelo plenário da Casa. Desde 2009, a inflação medida pelo IPCA não fica próxima ao centro da meta. Nos 12 meses encerrados em abril, a taxa está acima de 9%.

“Nossa história recente bem demonstra que níveis mais altos de inflação não favorecem o crescimento econômico, pelo contrário, desorganizam a economia, inibem o investimento, a produção e o consumo e impactam negativamente a renda, o nível de emprego e, por fim, o bem-estar social, especialmente das classes menos favorecidas”, afirmou Ilan.

O economista disse ainda ser que é preciso reconstruir, o quanto antes, o tripé macroeconômico formado por responsabilidade fiscal, controle da inflação e regime de câmbio flutuante, que permitiu ao Brasil ascender econômica e socialmente em passado não muito distante.

Ilan foi diretor de Política Econômica do BC entre 2000 e 2003, nos governos FHC e Lula, período em que participou da criação do tripé que guiou a política econômica do país até o início do governo Dilma Rousseff. (Folhapress)

 

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