Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 14 de junho de 2016
Nascido e criado nos Estados Unidos, inspirado por grupos extremistas islâmicos e portador de armas de alta potência adquiridas legalmente.
O perfil de Omar Mateen, que na madrugada de domingo (12) matou 49 pessoas a tiros em uma boate gay de Orlando antes de ser morto pela polícia, indica uma personalidade agressiva, homofóbica e sádica, segundo testemunhas e as primeiras investigações sobre o atentado.
Com todas as vítimas já identificadas, a polícia revela aos poucos mais detalhes sobre o massacre e as motivações do homem por trás da maior chacina com arma de fogo da história dos EUA, uma tragédia em particular para a comunidade gay de Orlando.
Nos relatos de sobreviventes e policiais, emerge um assassino frio, que sorria enquanto disparava contra os frequentadores da casa noturna Pulse, uma das mais populares da cena gay da cidade do Estado da Flórida.
Segundo John Mina, chefe da polícia de Orlando, Mateen matou quase todas as vítimas no início da ação e não perdeu a calma ao conversar por telefone com policiais, enquanto mantinha reféns em um banheiro da casa. O impasse durou três horas e terminou com a decisão da polícia de abrir um buraco em uma parede da casa noturna para permitir a fuga dos reféns quando Mateen ameaçou detonar explosivos. (Folhapress)
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