Segunda-feira, 07 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 24 de agosto de 2016
O celular lidera a lista do que mais tira a atenção do funcionário no trabalho, mostrou uma pesquisa do CareerBuilder, site americano de carreiras. Mais de 55% dos patrões acreditam que o smartphone é o maior culpado pela falta de produtividade.
Cerca de 83% dos trabalhadores têm smartphone e 82% ficam de olho no aparelho durante o expediente. Contudo, apenas 10% dos funcionários concordam que ele pode atrapalhar a produtividade.
“Nós precisamos ficar conectados para trabalhar, mas também estamos a um clique de distrações sedutoras da nossa vida pessoal, como mídias sociais e outros aplicativos”, afirma Rosemary Haefner, diretora de recursos humanos do CareerBuilder.
“A conectividade não é necessariamente ruim, mas ela precisa ser gerenciada. Ter um diálogo aberto com os empregados sobre distrações tecnológicas, reconhecer sua existência e discutir desafios são algumas soluções para manter a produtividade”, completa a executiva.
Perda tempo.
Três em cada quatro empregadores (75%) disseram que duas ou mais horas do dia são perdidas porque os trabalhadores estão distraídos; 43% disseram que pelo menos três horas do dia são perdidas.
Entre as principais consequências da falta de produtividade estão: comprometimento da qualidade do trabalho (48%), baixa moral porque outros funcionários precisam fazer o trabalho que não foi feito (38%), impacto negativo na relação patrão/empregado (28%), prazos não cumpridos (27%), perda de receita (26%) e impacto negativo na relação com o cliente (20%).
Cerca de 76% dos empregadores tomaram atitudes para acabar com os problemas de produtividade, como bloqueio de determinados sites da internet (32%), proibir chamadas pessoais ou uso do celular (26%), horário de almoço e lanche controlados (24%), monitoramento de e-mails (19%), entre outros.
A pesquisa foi feita nos Estados Unidos com 2.186 gerentes de contratação e profissionais de recursos humanos em todos os setores e com 3.031 trabalhadores com mais de 18 anos.
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