Quarta-feira, 30 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 14 de agosto de 2016
Criado em 1965 durante a ditadura militar brasileira para bancar a autonomia financeira dos partidos políticos, o Fundo Partidário se tornou a grande fonte de renda das legendas, e hoje financia os mais diversos tipos de despesas: de pilha alcalina a fretamento de aviões e programas de TV; de mel e chocolate a salários de dirigentes; e de lavagem de tapete a garrafas de vinho.
A diversidade de gasto foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), na prestação de contas dos quatro partidos com maior bancada na Câmara dos Deputados – PMDB, PT, PSDB e PP.
O Fundo é dinheiro público, vindo de dotação orçamentária, multas e penalidades eleitorais. Na maioria dos casos, representa, no mínimo, 90% da receita de um partido em um ano. (AG)
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