Segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Saúde A evolução da mulher no mercado de trabalho começou no período das guerras mundiais em vários países da Europa

Compartilhe esta notícia:

Mulheres desempenham múltiplas tarefas: esposa, mãe, profissional, estudante, entre outras. (Foto: Reprodução)

Aevolução da mulher no mercado de trabalho começa no período das guerras mundiais em vários países da Europa. Na sociedade brasileira, notamos a transformação um pouco mais tarde, a partir dos anos 1980. A década de 1990 foi marcada por muitas mudanças no comportamento social e profissional da mulher, e a partir de 2000 se tornaram ainda mais marcantes.

Diversas pesquisas apontam o aumento de mulheres em posições de liderança. Ainda assim, no Brasil, a presença de líderes mulheres em cargos de alta gestão é de 19%, enquanto a média global é de 24%.

Em âmbito mundial, o grau de escolaridade e a quantidade de títulos de graduação e mestrado conquistados por mulheres é maior. Entretanto, a inserção feminina no mundo do trabalho ainda tem alto grau de discriminação, em especial à questão de remuneração. Em geral, no País, a sua remuneração é 61% menor do que os salários dos homens. A busca pela autonomia e independência são atributos que mais impulsionaram as mulheres a ampliar a participação no mercado. A mulher buscou o seu espaço e, como é de sua natureza, se dedica ao extremo em tudo o que faz.

Desempenha múltiplas tarefas: esposa, mãe, profissional, estudante, dona de casa, e por vezes ainda empreende. O empreendedorismo feminino também vem crescendo. A mulher de hoje surpreende o mercado de trabalho por sua ousadia e capacidade de assumir riscos de carreira, seja em qualquer idade.

Outra característica do perfil das mulheres é o perfeccionismo e ser detalhista. Se desdobra para desempenhar com maestria todas as tarefas que se propõe realizar. Mulheres sofrem mais do que os homens em relação à carreira e vida profissional, em geral. A diversidade de papéis que elas assumem, a autoexigência e a intensidade com que desempenham suas responsabilidades vêm contribuindo para o aumento de problemas de saúde oriundos da ausência ou baixa inteligência emocional.

Algumas têm empatia em excesso, chegam a sofrer emocionalmente de tanto que se colocam no lugar do outro. Conciliam diferenças e buscam minimizar problemas, visando a integração e o relacionamento interpessoal. Em geral, mulheres em posições de liderança agem diferente dos homens diante dos resultados obtidos pela equipe. Enquanto as mulheres assumem os erros e dividem os méritos com a equipe, homens têm o hábito de trazer para si os resultados positivos e, com dificuldade, assumem os erros sozinhos.

Quando a equipe se dá mal, mulheres líderes têm a tendência de se sentirem culpadas. A autopunição é um sentimento que pode ser melhor trabalhando pela liderança feminina.
Lidar com os erros, questões complexas ou dúvidas sem culpa e, sim, com mais leveza e foco no aprendizado. Mulheres não precisam mais se preocupar em provar que são capazes. Provocam mudanças, conquistaram seu espaço na sociedade, em geral.

Desafios sempre terão, então é mais do que necessário usar a seu favor um atributo que é a sua marca: a sensibilidade feminina. (Ylana Miller/AE)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Saúde

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Ela tinha 15 anos quando passou 26 dias presa com cerca de 30 homens em uma cadeia
Artista faz incrível retrato de Michael Jackson usando apenas pregos e linha
Pode te interessar