Terça-feira, 29 de setembro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Celebridades Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank vão prestar queixa de racismo por ofensas contra a filha

Compartilhe esta notícia:

Os atores Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank com a filha Titi. (Foto: Reprodução/Instagram)

O casal de atores Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank vai prestar queixa de racismo por causa de um vídeo que circulou na internet com ofensas à filha deles, a pequena Chissomo, chamada de Titi.

Titi tem quatro anos e foi adotada pelos atores no ano passado, depois de uma viagem ao Malawi, no Sul da África. No domingo (26), a brasileira Day Mcarthy, que se define como escritora e mora no Canadá, publicou um vídeo em uma rede social com ofensas raciais a Titi. Essa não foi a primeira vez que Day Mcarthy ofendeu artistas e filhos deles com postagens preconceituosas.

No ano passado, Titi já tinha sido vítima de outro comentário racista depois que Giovanna Ewbank postou uma foto com a filha na internet. Na época, Bruno Gagliasso registrou queixa na polícia e o caso foi investigado.

O casal disse que vai tomar a mesma atitude também desta vez e que planeja abrir um processo judicial no país onde Day Mcarthy mora. Aqui no Brasil, a polícia informou que assim que o registro for feito vai investigar o caso. Ofender alguém por causa da cor da pele é crime de injúria racial e quem comete está sujeito a prisão de um a três anos.

Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank se manifestaram nas redes sociais. A atriz agradeceu a solidariedade dos fãs e disse que o casal já está tomando as devidas providências. Bruno postou uma foto com a frase da filósofa e ativista americana Angela Davis: “Numa sociedade racista, não basta não ser racista, é necessário ser antirracista”.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Celebridades

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

O Ministério do Planejamento prevê uma nova crise econômica em 2019 se a reforma da Previdência não for aprovada
O Supremo julgará se a Polícia Federal pode fechar acordos de delação premiada
Pode te interessar