Sexta-feira, 05 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 2 de maio de 2018
O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) apresentou variação de 0,34% na última semana de abril, 0,02 ponto percentual acima da taxa registrada na última apuração. Com esse resultado, o indicador acumula alta de 1,37% no ano e de 2,98% nos últimos 12 meses. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (02) pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
Nesta apuração, cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Saúde e Cuidados Pessoais (0,98% para 1,12%). Nessa classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item medicamentos em geral, cuja taxa passou de 1,48% para 2,36%.
Também registraram acréscimo em suas taxas de variação os grupos Alimentação (0,23% para 0,29%), Educação, Leitura e Recreação (0,02% para 0,12%), Vestuário (0,47% para 0,60%) e Despesas Diversas (-0,01% para 0,13%). Nessas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens hortaliças e legumes (1,51% para 3,81%), salas de espetáculo (1,33% para 2,54%), roupas (0,65% para 0,79%) e clínica veterinária (0,20% para 1,32%), respectivamente.
Em contrapartida, os grupos Transportes (0,24% para 0,07%) e Habitação (0,30% para 0,26%) apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. Nessas classes de despesa, as maiores contribuições partiram dos itens tarifa de ônibus urbano (0,20% para -0,20%) e tarifa de eletricidade residencial (1,10% para 0,78%).
O grupo Comunicação repetiu a taxa de variação registrada na última apuração (0,07%). As principais influências em sentido ascendente e descendente partiram dos itens pacotes de telefonia fixa e internet (0,48% para 0,54%) e tarifa de telefone móvel (0,34% para 0,19%), respectivamente.
Inflação do aluguel
O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), conhecido como a inflação do aluguel, variou 0,57% em abril, ante 0,64% no mês anterior. Com esse resultado, o índice acumula alta de 2,05% no ano e de 1,89% em 12 meses. Em abril de 2017, o índice havia caído 1,10% e acumulava alta de 3,37% em 12 meses. Os dados foram divulgados na semana passada pela FGV.
O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) teve variação de 0,71% em abril, após registrar alta de 0,89% no mês anterior. Na análise por estágios de processamento, a taxa do grupo Bens Finais subiu 0,50%, ante 0,57% em março.
A principal contribuição para esse resultado partiu do subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 9,86% para 2,50% no mesmo período. O índice relativo a Bens Finais, que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, registrou alta de 0,08% em abril, contra queda de 0,10% no mês anterior.
O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) variou 0,31% em abril, ante 0,14% em março. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram avanço em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Alimentação (-0,08% para 0,18%). Nessa classe de despesa, vale citar o comportamento do item laticínios, cuja taxa passou de 0,15% para 1,09%.
O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) subiu 0,28% em abril, contra 0,23% em março. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços ficou em 0,40%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,50%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou variação de 0,18%. No mês anterior, esse índice não variou.
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