Quinta-feira, 21 de maio de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Após o período de recesso, o Supremo julga questões sociais

Compartilhe esta notícia:

No dia 15 de agosto, o plenário voltará a analisar a questão da mudança de registro civil para transexuais. (Foto: Carlos Moura/SCO/STF)

O STF (Supremo Tribunal Federal) retomou nesta quarta-feira (01) os trabalhos do segundo semestre de 2018. A presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, será substituída por Dias Toffoli em setembro. Para encerrar a sua gestão, Cármen Lúcia colocou em julgamento processos com relevância social.

Entre eles estão um recurso para garantir a um transexual o direito de mudar o nome no registro de nascimento sem necessidade de cirurgia de mudança de sexo, a definição sobre a idade mínima em que crianças podem ser matriculadas no ensino fundamental nas escolas públicas e particulares e a ação que trata da possibilidade de pais dispensarem as escolas e educarem seus filhos em casa.

No dia 15 de agosto, o plenário voltará a analisar a questão da mudança de registro civil para transexuais. Em março, o STF reconheceu o direito em uma ação protocolada pela PGR (Procuradoria-Geral da República), mas o desfecho do processo – que tinha começado a ser julgado e teria validade para um caso específico – foi adiado por um pedido de vista do ministro Marco Aurélio.

Educação

Os ministros julgarão duas ações, uma da Procuradoria-Geral da República e outra do Estado do Mato Grosso do Sul, contra resoluções editadas pelo CNE (Conselho Nacional de Educação), em 2010. As normas definiram que a matrícula no primeiro ano do ensino fundamental só pode feita se a criança tiver completado 6 anos de idade até 31 de março do ano da matrícula. Dessa forma, se ainda tiver 5 anos, a criança deve continuar na educação infantil até completar o critério.

Também sobre educação, no dia 30 de agosto, o STF deve julgar uma ação que trata da possibilidade de pais se recusarem a matricular seus filhos em escolas públicas ou privadas tradicionais e educá-los em casa. A prática, conhecida como homeschooling, não está prevista na legislação.

Lava-Jato

Nos processos envolvendo a Operação Lava-Jato, o julgamento mais aguardado é o do recurso no qual o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende ganhar liberdade. O caso pode ser julgado após o recesso, mas a data ainda não foi definida por Cármen Lúcia, responsável pela elaboração da pauta de julgamentos.

Descriminalização do aborto

Na sexta-feira (03), o STF iniciará a audiência pública convocada para discutir a descriminalização do aborto. Os debates deverão auxiliar a ministra Rosa Weber na elaboração de seu voto sobre a questão, que ainda não tem data para ser julgada.

Rosa é relatora de uma ação protocolada no ano passado, na qual o PSOL questiona a constitucionalidade de artigos do Código Penal que preveem pena de prisão para mulheres que cometem aborto nos casos não autorizados por lei. Atualmente, o aborto só é permitido em casos de estupro, fetos anencefálicos ou para salvar a vida da gestante.

tags: educação

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Brasil tem superávit comercial recorde para março
Explosão no metrô de São Petersburgo foi atentado terrorista, diz premier russo
Pode te interessar