Sábado, 03 de outubro de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil O Brasil cresceu menos que a média mundial em viagens aéreas

Compartilhe esta notícia:

o)

O setor aéreo registrou um aumento no número de passageiros brasileiros, mas o crescimento ocorre a uma taxa ainda inferior à expansão global. Dados da Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo) apontam que, em 2016, o Brasil era o 11º maior responsável por viagens domésticas e internacionais. Em 2017, o País caiu para a 12ª posição, depois da Austrália.

De acordo com a entidade, que reúne as maiores empresas do setor, os brasileiros realizaram 72,9 milhões de viagens em 2016. Um ano depois, o número seguiu aumentando, mas a uma taxa inferior aos demais países. Ao fim de 2017, 76,6 milhões de brasileiros tinham voado. O aumento de 5% é inferior ao aumento mundial, de 7,3%.

Em 2016, a mesma Iata havia apontado que o Brasil tinha sido o único entre os sete maiores mercados aéreos do mundo que havia registrado uma queda no número de passageiros domésticos. No total, a contração de viagens domésticas há dois anos tinha sido de 5,5%.

Para 2017, a liderança mundial continua sendo dos americanos, que somaram 632 milhões de viagens aéreas, 18% de todos os passageiros no mundo. A China vem em segundo lugar, com 555 milhões de viagens. Juntos, americanos e chineses representam um terço dos passageiros do planeta.

Outro país em desenvolvimento, a Índia, aparece na terceira posição, mas com um volume bem abaixo dos dois principais países. Foram 161,5 milhões de passageiros em 2017, contra 147 milhões de britânicos e 114 milhões de alemães.

Viajantes

Em todo o mundo, o número de passageiros aéreos superou pela primeira vez a marca de 4 bilhões de pessoas. Na avaliação da entidade, uma economia global em boas condições em diversos mercados e passagens baratas contribuíram para o novo recorde. Além disso, a Iata estima que as conexões existentes entre 20.000 cidades — o dobro do que existia em 1995 — também contribuíram.

“Em 2000, uma pessoa em média fazia uma viagem de avião a cada 43 meses”, disse Alexandre de Juniac, diretor da entidade. “Em 2017, essa taxa caiu para 22 meses. Nunca foi tão acessível voar.”

Gastos no exterior

Os brasileiros que viajaram ao exterior gastaram um total de US$ 9,57 bilhões no primeiro semestre deste ano, aumento de 8,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. Trata-se do maior nível de gastos no exterior entre janeiro e junho desde 2015, quando os brasileiros desembolsaram US$ 9,95 bilhões. O ano em que menos houve gastos foi 2016, com US$ 6,53 bilhões.

Os turistas estrangeiros que vieram ao Brasil no primeiro semestre gastaram US$ 3,24 bilhões, aumento de 5,94% em relação ao ano passado. Esse número é o mais alto para o período desde 2014, ano em que o País sediou a Copa do Mundo.

O saldo comercial brasileiro foi positivo em junho: US$ 5,5 bilhões. Houve queda em relação ao mesmo mês de 2017 devido ao aumento das importações de bens.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

O candidato Jair Bolsonaro segue em estado grave e precisará de uma nova cirurgia, dizem os médicos
Igreja pediu a retratação do advogado que ligou o agressor de Bolsonaro aos evangélicos
Pode te interessar