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Notícias A Apple vai anunciar os novos iPads e MacBooks no dia 30

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A imprensa americana se compara a serviços de streaming como o Amazon Prime Video. (Foto: Reprodução)

A Apple anunciou o lançamento de seus novos produtos, iPads e MacBooks, para o dia 30 de outubro em Nova York (EUA). Em setembro, a gigante americana lançou o iPhone Xr, o iPhone Xs e o iPhone Xs Max – cuja versão mais cara, de 512 GB de memória, pode chegar a custar quase R$ 10 mil. As informações são do jornal Folha de S.Paulo e da agência de notícias Reuters.

Especialistas aguardam melhorias na linha Pro do iPad, que pode vir com uma tela de ponta a ponta em um dispositivo geral menor, semelhante ao design do iPhone Xs.

Os novos iPads também podem incorporar o sistema de reconhecimento facial Face ID da Apple pela primeira vez, em substituição ao leitor de impressões digitais Touch ID.

Os convites para o evento apontaram para um foco em aplicativos criativos e produtividade, com uma variedade de representações artísticas do logotipo da Apple e o slogan: “Há mais coisas para fazer”.

Os novos MacBooks podem substituir o antigo MacBook Air, e podem oferecer uma alternativa de baixo custo ao MacBook Pro.

Os iPads e MacBooks se tornaram menos importantes na linha de produtos da Apple em comparação com o iPhone de crescimento mais rápido e o Apple Watch, que veio com uma função de eletrocardiograma.

O evento de 30 de outubro será o terceiro lançamento de produto da Apple este ano, incluindo o lançamento de iPads mais baratos como parte de um evento focado em educação em Chicago em março.

Os smartphones lançados no mês passado pela companhia ganharam destaque pela maior tela da história da marca, pelo preço – o modelo mais barato custa US$ 749 (R$ 2.768,08) – e pela resistência a água, com aparelhos à prova de mergulho.

Ferramenta on-line

Apple lançou na quarta-feira (17) uma ferramenta on-line para usuários nos Estados Unidos e em vários outros países para baixar, alterar ou excluir todos os dados que a fabricante do iPhone coletou sobre eles.

A Apple atualizou seu site de privacidade com a ferramenta, que foi revelada no início deste ano para usuários da União Europeia, em resposta a legislação que regulamenta a proteção de dados na região. A empresa agora permitirá que usuários nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia vejam e façam o download de todas as informações que a Apple coletou sobre eles. A fabricante também oferece aos usuários uma maneira mais simples de fazer alterações nos dados, suspender ou excluir sua conta permanentemente.

A Apple planeja lançar a mesma ferramenta para todos os usuários ao redor do mundo até o final do ano.

Os dispositivos da Apple, como o iPhone ou o Apple Watch, coletam dados detalhados sobre os usuários, como para quem telefonam, enviam e-mails e mensagens de texto e até mesmo dados biométricos, como batimentos cardíacos e impressões digitais. Mas a prática da empresa tem sido manter muitos desses dados nos próprios dispositivos e criptografá-los com o código de acesso do usuário, o que significa que a Apple não possui os dados e não pode acessá-los se solicitada por autoridades.

A Apple procurou transformar sua política de privacidade em uma vantagem comercial contra seus rivais do setor de tecnologia, com o presidente-executivo Tim Cook dizendo no início do ano que a Apple “não estaria nessa situação” quando o Facebook Inc foi investigado pelo uso indevido de dados dos usuários pela Cambridge Analytica. O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, por sua vez, chamou os comentários de Cook de “extremamente simplórios”.

Apesar de seu foco em manter dados em dispositivos, a Apple coleta e armazena alguns dados sobre seus usuários. Com as atualizações desta quarta-feira, a empresa busca explicar melhor essas instâncias. Por exemplo, a Apple coleta dados sobre os hábitos de leitura dos usuários para melhorar sugestões em seu aplicativo Apple News, mas diz que os dados estão vinculados a um identificador anônimo, em vez de um perfil pessoal, e não estão conectados a outros serviços e podem ser redefinido a qualquer momento.

A Apple também incluiu em seu guia para usuários novas instruções de como ajustar suas configurações de privacidade.

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