Segunda-feira, 05 de outubro de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil O futuro ministro da Infraestrutura anunciou a criação de um órgão para combater a corrupção em obras públicas

Compartilhe esta notícia:

Segundo o ministro Tarcísio Gomes de Freitas, as privatizações podem ocorrer nos próximos meses. (Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil)

O engenheiro Tarcísio Gomes de Freitas, indicado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro como futuro ministro da Infraestrutura, anunciou no último sábado (29) que vai criar, dentro da estrutura da pasta que comandará, a Subsecretaria de Governança e Integridade, voltada “para o combate à corrupção no setor”.

Freitas, que é formado pelo Instituto Militar de Engenharia e atuava no Programa de Parcerias e Investimentos durante o governo do presidente Michel Temer, também afirmou, em sua conta oficial no Twitter, que pretende adotar um protocolo para o processo seletivo de servidores, incluindo a criação de um “banco de talentos”.

Para essa seleção de nomes para atuar na pasta, o futuro ministro quer constituir uma parceria da pasta com a Polícia Federal e a CGU (Controladoria-Geral da União). O Ministério da Infraestrutura é a nova nomenclatura adotada para o que hoje é o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil.

Assim como os demais ministros, Tarcísio Freitas será nomeado pelo presidente eleito em uma cerimônia prevista para as 17h30min do próximo dia 1º, pouco depois de Bolsonaro receber a faixa presidencial de Temer. Os ministros, no entanto, só assumem oficialmente o cargo no dia 2, após a realização de um evento de transmissão dos cargos.

Tarcísio Freitas é consultor legislativo da Câmara dos Deputados. Foi chefe da seção técnica da Companhia de Engenharia do Brasil na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti, coordenador-geral de Auditoria da Área de Transportes da Controladoria-Geral da União e diretor-executivo e diretor-geral do Dnit.

É engenheiro civil formado pelo Instituto Militar de Engenharia, com pós-graduação em gerenciamento de projetos e engenharia de transportes. Segundo o Dnit, o futuro ministro iniciou a carreira no Exército e ingressou por concurso no quadro de auditores da CGU. Também atuou como engenheiro da Companhia de Engenharia Brasileira na Missão de Paz no Haiti.

O primeiro nome cotado para chefiar a pasta de Infraestrutura foi o do general da reserva do Exército Oswaldo Ferreira, que trabalhou na campanha de Bolsonaro e atua na equipe de transição. Mas ele optou por não assumir a pasta.

Segundo Tarcísio Freitas, a pasta de Infraestrutura ficará com a estrutura do atual Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil. Ele disse que pretende “intensificar” parcerias com o setor privado. A “recomendação” no ministério é “resolver problemas de logística” para gerar empregos.

“Vamos intensificar as parcerias em rodovias, ferrovias e aeroportos, tal qual está sendo feito hoje. Isso vai ser intensificado. A ideia é trazer o setor privado para a área de infraestrutura”, declarou.

O futuro ministro estará diretamente envolvido no leilão dos próximos 12 aeroportos e da Ferrovia Norte-Sul. O edital dos aeroportos foi aprovado nesta terça-feira pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Estrategista, Sérgio Moro leva o projeto da Operação Lava-Jato para dentro da política
Descubra o significado das cores para escolher o seu look do Réveillon
Pode te interessar