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Brasil PF prende duas pessoas na segunda fase da operação que apura invasões em celulares de autoridades

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os dois presos são suspeitos de integrar a organização criminosa acusada de acessar o telefone celular de autoridades. (Foto: Marcos Corrêa/PR)

A Polícia Federal (PF) realizou mais uma etapa da Operação Spoofing, nesta quinta-feira (19). Nesta segunda fase, foram presos mais dois suspeitos de participarem do ataque hacker contra autoridades. Além dessas prisões, a PF também está cumprindo mandados de busca e apreensão em quatro endereços. Os mandados foram realizados na capital paulista e em Sertãozinho, em São Paulo; e em Brasília, no Distrito Federal. Os presos são o estudante Luiz Henrique Molição, de 19 anos, e Thiago Eliezer Martins.

A operação apura a invasão em telefones de pessoas ligadas à Lava Jato, incluindo o ministro da Justiça, Sérgio Moro, e o procurador chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol. Na primeira fase da operação, os policiais prenderam quatro pessoas que estariam envolvidas nos crimes.

O nome da operação, Spoofing, quer dizer falsificação e é um termo bastante utilizado pelo ramo da tecnologia para se referir a um ataque em que se engana uma pessoa, passando-se por uma fonte confiável. Conforme a PF, as invasões tinham a mesma técnica: os indivíduos acessavam o código enviado pelo Telegram ao celular dos alvos e o utilizavam para abrir o aplicativo em um computador.

 

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