Quinta-feira, 28 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 15 de outubro de 2019
Até o dia 7 de novembro, uma exposição sobre as mais relevantes conquistas já obtidas pelo Brasil é destaque na sede nos espaços internos do Paço Municipal, como é conhecida a sede da prefeitura de Porto Alegre (Centro Histórico). Intitulada “O Silêncio que Grita”, a mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9h ao meio-dia e das 13h30min às 18h, sempre com entrada franca.
São 18 painéis luminosos e três vídeos, com foco principal nos feitos do governo do presidente Juscelino Kubitschek (1956-1961), considerada uma das épocas mais positivas do País. Motivos não faltam: foi na chamada “Era JK” que se deu a construção de Brasília, o reconhecimento internacional à arquitetura brasileira (Oscar Niemeyer, Lúcio Costa) e à música (bossa nova, “Orfeu do Carnaval”) e a abertura de 14 mil quilômetros de estradas, dentre outros itens.
Os painéis mostram imagens da capital federal na época de sua fundação (1960), ressaltando marcos de estilo como a Catedral de Brasília, do Palácio da Alvorada e da Ponte da Amizade, sobrepostas a fotos de personalidades e fatos históricos. “A ideia é relembrar o passado, como um convite para transformar o Brasil da atualidade, despertando o impulso da prosperidade”, ressalta o site oficial da administração municipal.
A exposição é promovida pela FBMA (Fundação Brasil Meu Amor), entidade formada por 135 brasileiros de diversas regiões e que se reuniram para zelar pelo patrimônio nacional. A iniciativa inclui o lançamento, às 18h30min do dia 22, dos livros “O Silêncio que Grita” e “Brasil Meu Amor – Substituindo o Jeitinho pelo Talento”, ambos assinados pelo presidente da FBMA, Jean Claude Obry.
O projeto também conta com o espetáculo “JK – Um Reencontro com o Brasil”, que já está em turnê pelo País desde 2016, em homenagem aos então 40 anos da morte do presidente Juscelino Kubitschek, causada por um acidente de carro em agosto de 1976.
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Em “O Silêncio que Grita”, o ponto de partida foi contar a história de Juscelino Kubitschek atrelada à sua trajetória. Já em “Brasil Meu Amor”, a busca é por um resgatar o entendimento sobre questões históricas que bloqueiam o desenvolvimento do Brasil. O escritor observa como incorporar cada indivíduo ao seu microcosmo e projetá-lo em um novo sistema político e social a ser aplicado na realidade nacional.
“Antes de se fixar no Brasil, que escolheu como pátria (filho de pais diplomatas, ele nasceu em Guiné, na África), percorreu diversas regiões do mundo, abastecendo-se de e experiências incomuns, que fizeram dele um humanista engajado em ações para o crescimento das pessoas e para uma sociedade mais justa e talentosa”, acrescenta a prefeitura no texto.
(Marcello Campos)
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