Sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
19°
Mostly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Prefeita denunciada pelo procurador-geral da República está desaparecida

Compartilhe esta notícia:

Solange Almeida é investigada por corrupção. (Foto: reprodução)

Funcionários da prefeitura de Rio Bonito (RJ) disseram não saber a localização da prefeita Solange Almeida, personagem chave na acusação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), apresentada ao Supremo Tribunal Federal. A ex-deputada federal (PMDB) também foi denunciada pela Procuradoria no esquema de corrupção e desvios na Petrobras investigado pela Operação Lava-Jato.

Solange é acusada de ter apresentado na Câmara dos Deputados requerimentos de informações a mando de Cunha sobre contratos com o estaleiro Samsung. O objetivo seria pressionar a empresa pelo pagamento de propinas ao presidente da Casa.
O “negócio”, segundo a acusação, foi intermediado pelo consultor Júlio Camargo. O fluxo de dinheiro teria sido interrompido em 2011. Sua única manifestação foi uma nota oficial publicada no no Facebook. Nela, Solange afirma que desde a denúncia “Deus está no controle” de sua vida e cita salmos bíblicos. Diz estar indignada e afirma haver “interesses políticos envolvidos, querendo desviar o foco da Justiça”.

Câmara

A denúncia da prefeita é o assunto mais comentado por vários moradores do município de 55 mil habitantes. Ela é descrita por alguns como uma mulher católica, mas que frequenta cultos evangélicos e é querida pelos “cristãos”. Por outros, uma prefeita distante, que não fez nada para diminuir a fila da Unidade de Pronto Atendimento e do hospital local e que “vive” fora da cidade.

Segundo o procurador-geral da República, a ex-deputada tinha ciência de que os requerimentos da Câmara seriam formulados com desvio de finalidade e abuso da prerrogativa de fiscalização inerente ao mandato popular, para obtenção de vantagem indevida. “Cunha passou a pressionar o retorno do pagamento das propinas, valendo-se de dois requerimentos perante a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, formulados pela então deputada Solange Almeida, em julho de 2011”, escreveu Janot na decisão. (AE)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Após perceber que Dilma esvaziou suas atribuições, o vice-presidente da República deixará a articulação política do governo
HORÓSCOPO – 23/8/2015 (DOMINGO) – MÔNICA HORTA
Pode te interessar