Terça-feira, 29 de setembro de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Doleiro disse a procuradores que a CPI queria inibir suas acusações contra o presidente da Câmara dos Deputados

Compartilhe esta notícia:

Youssef considera que a convocação de sua ex-mulher e filhas foi uma tentativa de pressão contra denúncias (Foto: Sérgio Lima/Folhapress)

Em seu depoimento aos investigadores da Operação Lava-Jato, o doleiro Alberto Youssef relatou que sua ex-esposa e as três filhas do casal foram convocadas à CPI da Petrobras na Câmara dos Deputados para coagi-lo a evitar acusações ao presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e a outros parlamentares.

A iniciativa, acompanhada da quebra de sigilos fiscal e bancário dos familiares de Youssef, ocorreu  um mês depois de ele afirmar ao MPF (Ministério Público Federal) que Cunha era o destinatário final de propinas em contratos entre a Samsung e a estatal. “Essa retaliação era incômoda, por eu estar preso e não poder ajudar a minha família”, desabafou o doleiro. “Mas nada me faria recuar.”

Cunha

Na sexta-feira, Cunha foi denunciado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O pedido de condenação encaminhado ao STF (Supremo Tribunal Federal) detalha que Cunha, por meio de operadores ligados ao PMDB,  recebeu 5 milhões de dólares oriundos de propinas de  contrato firmado entre a coreana Samsung Heavy Industries e a Petrobras para aluguel de navios-sonda.  (AE)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Se o operador do PMDB Fernando Baiano resolver fazer delação premiada, a situação do presidente da Câmara dos Deputados vai ficar ainda mais complicada
Presidente da Câmara dos Deputados acha estranho que não cobram a saída do presidente do Senado
Pode te interessar