Segunda-feira, 02 de novembro de 2026
Por Redação O Sul | 10 de março de 2020
A prisão do ex-jogador Ronaldinho Gaúcho, que foi detido na última sexta-feira por causa de documentos falsos, motivou uma loja online a vender camisas em prol do ex-atleta. Com a frase “Ronaldinho livre” e uma imagem sorridente do ex-meia do Barcelona, Milan e Flamengo, a marca “LNunes” começou a comercializar a peça por R$ 69,90.
Por enquanto, o ex-craque vai permanecer preso, já que a Justiça do Paraguai negou o pedido de prisão domiciliar para o ex-jogador e seu irmão, Roberto de Assis Moreira. Em audiência realizada na manhã desta terça-feira, no Palácio da Justiça de Assunção, o juiz Gustavo Amarilla manteve a dupla presa na Agrupácion Especializada da Policia Nacional, por uso de passaportes e documentos de identidades adulterados.
O magistrado alegou a falta de documentos necessários sobre a propriedade proposta como garantia pela defesa. Nenhum dos dois esteve no tribunal, apenas seus advogados no caso. “A audiência se desenvolveu normalmente, harmoniosamente. As defesas expuseram a conveniência de que ambos os réus possam ser processados em liberdade, sem restrições. O Tribunal estabeleceu que a conduta provisória de ambos os réus é a utilização de um documento com conteúdo falso. O ato suspeito punível é pelo uso de um documento público com conteúdo falso. A medida preventiva da prisão é mantida na Associação Especializada. A justificativa é especialmente no que diz respeito ao fato de estarmos em uma causa com data de início inferior a uma semana”, disse o juiz, segundo a rádio paraguaia “ABC Cardinal 730 AM”.
Ex-astro do Brasil e do Barcelona, Ronaldinho está se adaptando rapidamente à vida em uma prisão do Paraguai, disse o chefe da instalação, Blas Vera, em entrevista à “Reuters” na segunda-feira. Os irmãos Assis usam um banheiro comunitário e têm direito de usar o pátio externo com frequência. Os advogados da dupla lhes têm proporcionado as refeições, e eles não comeram a comida oferecida pela prisão. A instalação de segurança máxima tem cerca de 195 detentos, entre eles políticos e policiais acusados de corrupção e traficantes de drogas renomados. As informações são do jornal Extra.
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