Quinta-feira, 01 de outubro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
17°
Mostly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Mundo Aulas não serão obrigatórias quando a quarentena acabar na França

Compartilhe esta notícia:

O presidente francês, Emmanuel Macron, visita o hospital Pitié-Salpetrière, em Paris, onde faleceu a primeira vítima francesa pelo coronavírus. (Foto: Martin Bureau/Reuters)

O presidente francês Emmanuel Macron disse nesta quinta-feira (23) a prefeitos que as aulas não serão obrigatórias quando a quarentena chegar ao fim no país. As informações são da CNN. Segundo Macron, os pais que não se sentirem confortáveis a enviar seus filhos para a escola por receio do coronavírus não serão obrigados.

A França estipulou um plano de reabertura do país que terá início no próximo dia 11 de maio, quando as escolas poderão reabrir.

Alívio aos varejistas

A França ofereceu algum alívio aos varejistas do país nesta quinta-feira, dizendo que deseja que reabram quando um isolamento nacional terminar no dia 11 de maio, mas algumas restrições podem continuar em vigor para adiar uma segunda onda de coronavírus.

O governo descartou a reabertura de restaurantes, bares e cafés logo depois de o isolamento ser suspenso, e o ministro das Finanças, Bruno Le Maire, indicou que as restrições provavelmente serão mantidas nas regiões mais atingidas pelo vírus.

“Queremos que todos os varejistas consigam reabrir em 11 de maio da mesma maneira por uma questão de justiça”, disse Le Maire à rádio France Info, mas ressaltando que primeiro será preciso estabelecer protocolos para proteger tanto clientes como trabalhadores.

A França computa mais de 20 mil mortes do coronavírus, o quarto maior número do mundo, e mais de 158 mil infecções.

O presidente Emmanuel Macron ordenou o isolamento em meados de março para frear a disseminação do vírus, mas o governo vem trabalhando em um plano que minimizaria as chances de o país ser vitimado por uma segunda onda de casos de coronavírus quando este terminar.

O governo está sendo pressionado a reativar a economia o quanto antes, até mesmo pelo próprio partido do presidente Emmanuel Macron, mas deixou claro que as restrições a viagens entre as regiões permanecerão depois de 11 de maio.

Universitários franceses

Impossibilitados de realizar trabalhos de meio período por causa do isolamento do coronavírus, alguns universitários franceses estão sobrevivendo de alimentos doados pelas autoridades enquanto lutam para cobrir as despesas cotidianas.

Fazer fila para receber comida se tornou um ritual para muitos estudantes que tentam lidar com a pressão financeira inesperada provocada pelas restrições adotadas para deter a disseminação da Covid-19.

Os alunos estrangeiros são especialmente afetados, já que não conseguem voltar facilmente para casa.

Na cidade de Orléans, no centro da França, alunos forçados a ficar nos dormitórios sob isolamento recebem leite, café, massa e alimentos enlatados, além de produtos de higiene.

Em alguns casos, eles têm direito a cupons para ir às compras.

“Muitos estudantes perderam o emprego que lhes permitia se alimentar e pagar o aluguel dos quartos”, disse Alexis Boche, membro do sindicato de escolas e universidades FSU.

A maioria dos que estão confinados nos dormitórios são estrangeiros vindos de regiões como África e Ásia. As informações são do portal de notícias UOL e da agência de notícias Reuters.

 

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Mundo

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

A Espanha diz que as mortes por causa do coronavírus se estabilizaram e pede desculpas pela confusão a respeito das regras de isolamento para crianças
A quarentena faz as pessoas lavarem menos o cabelo e esquecerem o desodorante
Pode te interessar