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Brasil A conta de luz voltará a ficar sem taxa extra em junho

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Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo da energia gerada, possibilitando à população reduzir o consumo quando a energia está mais cara. (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) informou nesta sexta-feira (31) que a conta de luz deixará de ter cobrança extra em junho.

A bandeira tarifária de maio está na cor amarela e passará para a cor verde em junho, sem taxa adicional.

Segundo a Aneel, as chuvas em junho devem superar as expectativas, mantendo em junho o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas.

Em seu comunicado, a Aneel informou que o volume de chuvas deve superar as expectativas: “Embora junho seja um mês típico da estação seca (…), a previsão hidrológica para o mês superou as expectativas, indicando tendência de vazões acima da média histórica para o período, o que possibilita manutenção dos níveis dos principais reservatórios próximos à referência atual.”

Sistema de bandeiras

Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo da energia gerada, possibilitando à população reduzir o consumo quando a energia está mais cara.

O funcionamento das bandeiras tarifárias funciona nas cores verde, amarela ou vermelha (patamares 1 e 2). A bandeira indica se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

Reajuste

Os valores das bandeiras tarifárias serão reajustados a partir deste sábado (1º).

Pela decisão do governo: na cor verde (permanece sem cobrança extra na conta); na cor amarela (a taxa extra passará de R$ 1,00 para R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos); na cor vermelha patamar 1 (a taxa extra passará de R$ 3,00 para R$ 4,00 a cada 100 kWh consumidos); e na cor vermelha patamar 2 (a taxa extra passará de R$ 5,00 para R$ 6,00 a cada 100 kWh consumidos).

Segundo o diretor-geral da Aneel, André Pepitone, o reajuste evitará que a conta da bandeira tarifária fique deficitária em 2019.

Em 2017, a conta da bandeira fechou com déficit de R$ 4,4 bilhões e, em 2018, de R$ 500 milhões.

Pouca chuva, conta mais cara

Quando há pouca chuva, o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas cai, o que diminui a produção de energia. Para compensar essa queda, o governo manda acionar usinas termelétricas, que são mais caras. Isso acontece no país desde 2013. Da mesma forma, quando há mais chuvas o governo desliga as termelétricas, e o custo da geração de energia cai.

Para não ter de arcar com esses custos sozinho, o governo criou o sistema de bandeiras tarifárias, uma cobrança extra na conta de luz para bancar o funcionamento das termelétricas. O sistema começou a valer em janeiro de 2015.

Apesar do modelo de bandeiras tarifárias, a Aneel pede que os consumidores façam o uso eficiente de energia elétrica e combatam os desperdícios em qualquer época do ano.

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