Terça-feira, 06 de outubro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política “A gente se prepara pra tudo”, admite Bolsonaro sobre prorrogar o auxílio emergencial

Compartilhe esta notícia:

“Espero que não seja necessário porque é sinal de que a economia vai pegar e não teremos novos confinamentos no Brasil”, acrescentou o presidente

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O valor citado por Bolsonaro é cerca de dez vezes maior do que o liberado para a compra da vacina de Oxford, em que o governo desembolsou R$ 1,9 bilhões. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O presidente Jair Bolsonaro não descartou, nesta terça-feira (24), uma nova prorrogação do auxílio emergencial, ajuda paga pelo governo federal aos vulneráveis até o fim do ano como forma de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.

“A gente se prepara para tudo, mas tem que esperar as coisas acontecerem. Esperamos que não seja necessário”, disse o presidente em um vídeo editado publicado nas redes sociais após ser questionado por apoiadores a respeito da possibilidade de prorrogação do auxílio emergencial, já estendido uma vez

“Espero que não seja necessário porque é sinal de que a economia vai pegar e não teremos novos confinamentos no Brasil”, acrescentou. “A gente espera que não seja necessário e que o vírus esteja realmente de partida no Brasil, tá ok?”, emendou.

Nos primeiros meses da pandemia, o governo custeou um auxílio no valor de R$ 600 mensais para autônomos, desempregados e microempreendedores de baixa renda. A partir de setembro, o valor caiu para R$ 300. Publicamente, o presidente vem alertando para o impacto da ajuda nas contas públicas brasileiras e que um dia esse suporte vai ter que acabar.

A IFI (Instituição Fiscal Independente), órgão vinculado ao Senado, calcula que uma prorrogação, por quatro meses do auxílio emergencial, no valor de R$ 300, para cerca de 25 milhões de pessoas, pode custar aos cofres públicos cerca de R$ 15,3 bilhões.

“Escala muito menor”

Mais cedo, o secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, afirmou que ação do governo em caso de uma nova onda de coronavírus vai ser “em escala muito menor” e disse existir espaço “praticamente zero” para a prorrogação do benefício.

“Sempre considerando que recurso é muito escasso. Já era escasso antes e agora é praticamente zero de espaço. Aprender e agir, é claro que provavelmente se tiver vai ser algo em escala muito menor”, comentou Funchal.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Falta de justificativa por não votar impede expedição de documentos
Judiciário tem mais de 283 mil ações sobre questões ambientais, aponta o Conselho Nacional de Justiça
Pode te interessar