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Brasil A inflação para o consumidor recuou na última semana de julho

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O IPC-S foi divulgado pela Fundação Getulio Vargas. (Foto: Divulgação)

O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) apresentou variação de 0,17% na última semana de julho. O resultado ficou 0,21 ponto percentual abaixo da taxa registrada na apuração anterior. Com esse resultado, o indicador acumula alta de 3,17% no ano e de 4,22% nos últimos 12 meses. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (01) pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Nesta apuração, sete das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Alimentação (-0,21% para -0,61%). Nessa classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item laticínios, cuja taxa passou de 6,93% para 4,84%.

Também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos Habitação (1,34% para 1,08%), Educação, Leitura e Recreação (0,78% para 0,42%), Transportes (0,13% para 0%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,31% para 0,27%), Comunicação (0,32% para 0,24%) e Despesas Diversas (0,06% para 0,05%).

Nessas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens tarifa de eletricidade residencial (6,46% para 5,34%), passagem aérea (17,21% para 4,31%), automóvel usado (-0,33% para -0,62%), medicamentos em geral (0,23% para 0,18%), mensalidade para TV por assinatura (0,13% para -0,19%) e alimentos para animais domésticos (-0,06% para -0,28%), respectivamente.

Em contrapartida, apenas o grupo Vestuário (-0,91% para -0,64%) apresentou acréscimo em sua taxa de variação. Nessa classes de despesa, a maior contribuição partiu do item roupas, que passou de -1,24% para -1,00%.

IPCA

Os economistas do mercado financeiro mantiveram a estimativa de inflação para 2018 em 4,11% e a previsão para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) deste ano em 1,5%. As expectativas dos analistas estão no Boletim Focus, divulgado na segunda-feira (30) pelo BC (Banco Central).

A previsão do mercado financeiro para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) em 2018 continua abaixo da meta de inflação que o BC precisa perseguir neste ano, que é de 4,5% e dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema. A meta terá sido cumprida pela autoridade monetária se o IPCA ficar entre 3% e 6% em 2018.

Para 2019, o mercado financeiro manteve a sua expectativa de inflação estável em 4,10%. A meta central do próximo ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

Produto Interno Bruto

Além de manter a estimativa de alta do PIB de 2018 em 1,5%, os economistas dos bancos também não alteraram a sua previsão de expansão da economia para o próximo ano, que continuou em 2,5%. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no País e serve para medir a evolução da economia. Em 2016, o PIB teve uma retração de 3,5%. Em 2017, cresceu 1% e encerrou a recessão no País.

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