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Ciência A Nasa imprimirá um joelho humano no espaço; entenda

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Objeto irá para Estação Espacial Internacional e ajudará em experimentos de tratamentos em órgãos e novos medicamentos. (Foto: Nasa/Divulgação)

A Nasa (agência espacial norte-americana) e a empresa Redwire fez o lançamento de uma bioimpressora 3D para a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) que imprimirá um joelho humano no espaço. A missão está programada para decolar do Mid-Atlantic Regional Spaceport Pad 0A em Wallops Island, no estado de Virgínia, nos Estados Unidos.

Chamado de instalação de biofabricação (BFF, em inglês) é, o experimento imprime em 3D células humanas no espaço para fabricar estruturas complexas de tecidos e órgãos que poderiam ser usados para ajudar pacientes na Terra.

A Redwire está trabalhando com o centro de pesquisa biomédica da Uniformed Services University of Health Sciences, em Maryland, nos Estados Unidos, que explora e adapta biotecnologias que se mostram benéficas para tratar lesões meniscais, uma das mais comuns lesões ortopédicas que afetam membros do serviço militar norte-americano.

Esta não é a primeira impressora 3D espacial da agência espacial norte-americana. No ano de 2021, a Nasa levou outro objeto à Estação Espacial Internacional para demonstrar a impressão do solo lunar. Pesquisadores dizem que essa tecnologia poderia ajudar os colonos da Lua a construir habitats sem carregar uma abundância de suprimentos da Terra.

Benefícios a curto e longo prazo

No caso da BFF, John Vellinger, vice-presidente executivo de manufatura e operações no espaço da Redwire, disse em um comunicado que é uma “tecnologia revolucionária que, a longo prazo, pode ter implicações significativas para o futuro da saúde humana e do atendimento ao paciente na Terra.

No curto prazo, disse ele, a máquina também é uma ferramenta valiosa para testes de eficácia de medicamentos. Ela pode imprimir e cultivar organoides, uma massa de células ou tecido cultivado artificialmente que se assemelha a um órgão.

Com isso, pesquisadores podem testar novos compostos de drogas nesses organoides e obter dados significativos que podem beneficiar a pesquisa e desenvolvimento de medicamentos, modelagem de doenças e abordagens de engenharia de tecidos.

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