Domingo, 05 de Abril de 2020

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Notícias A Polícia Civil prendeu um homem com quase mil comprimidos de ecstasy no estacionamento de um shopping em Canoas

O criminoso, de 32 anos, vinha sendo monitorado por investigadores. (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Agentes da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Canoas prenderam em flagrante um homem de 32 anos que transportava 972 comprimidos de ecstasy dentro de um veículo. De acordo com os responsáveis pela investigação, a interceptação foi feita no estacionamento de um shopping da cidade na Região Metropolitana.

Coordenador da operação, o delegado Cleomar Marangoni ressaltou que as atividades do traficante vinham sendo monitoradas, apontando que a droga sintética seria entregue a um segundo indivíduo no local. Caso o negócio tivesse evoluído, o lote renderia aproximadamente R$ 50 mil reais para o indivíduo, em um esquema  cujo foco é o abastecimento de fornecedores menores na região.

Ainda conforme o titular da 3º DP, os policiais da unidade estão atentos a todas as modalidades de crimes que ocorrem na circunscrição. Já o Diretor da 2ª DPRM (Delegacia de Polícia Regional Metropolitana) de Canoas, Mario Souza, destacou que os traficantes de drogas sintéticas costumam utilizar locais com grande circulação de pessoas para esse tipo de venda.

O que é

Sintetizada em 1912 e com um nome técnico de difícil pronúncia por leigos, a MDMA (metilenodioximetanfetamina) é amplamente conhecida como “ecstasy”. Trata-se de uma substância psicotrópica que, desde a década de 1980, tem sido frequentemente utilizada como droga recreativa, embora considerada ilegal na maioria dos países.

Segundo pesquisadores, os usuários costumam recorrer aos comprimidos do entorpecente para sensações estimulantes e alucinógenas, sendo bastante popular em eventos como festas de música eletrônica. Quando ingerida por via oral, costuma agir no organismo após 30 a 45 minutos, com resultados que podem perdurar e duram de três a seis horas.

Já os efeitos colaterais mais comuns incluem dependência, problemas de memória, paranoia, insônia, visão turva, sudorese excessiva e taquicardia, além de depressão e fadiga. Os casos fatais ligado ao consumo da droga são causados pelo aumento da temperatura corporal e desidratação.

Atualmente, cientistas estudam a possibilidade de que a administração da substância em baixas doses poder ajudar no tratamento de stresse pós-traumático grave, em casos nos quais o paciente resiste ao tratamento convencional.

(Marcello Campos)

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