Ícone do site Jornal O Sul

A PRIMEIRA MUDANÇA

Mauricio Macri

Após 12 anos de governos da família Kirchner, que preferia as cadeias nacionais e tinha aversão aos jornalistas, a estratégia da nova administração argentina é gerar notícias todos os dias.

O jornal Clarin, de Buenos Aires, publica:

“A Casa Rosada, sede da Presidência argentina, funciona agora como uma fábrica informativa. Os colaboradores mais próximos do presidente Mauricio Macri querem ter presença em uma jornada de notícias de 18 horas. As decisões políticas e de fundo se misturam com a vontade de projetar pró-atividade e incidir na agenda informativa da mídia.”

Adiante, acrescenta:

“Com gestos mínimos, o governo de Macri pretende capitalizar o retorno à normalidade na comunicação com a imprensa. Além das entrevistas, a sala de jornalistas na residência presidencial de Olivos – que não foi usada no Kirchnerismo – será reformada.”

A transparência é um pressuposto da Democracia. Romper a comunicação com jornalistas é também se apartar da população, abrindo a janela para negócios escusos.

HÁ 50 ANOS

A 13 de fevereiro de 1966, a Ordem dos Advogados do Brasil teve a primeira manifestação forte contra os Atos Institucionais e Complementares, que considerou “a destruição sistemática da Constituição de 1946”, exigindo a convocação de uma Constituinte eleita diretamente pelo povo.
Preparando-se para campanha de âmbito nacional, Sobral Pinto, líder da categoria, disse que “o regime desapareceu como democracia e em seu lugar surgiu o da espada, das metralhadoras e dos carros de assalto que amedronta os civis. É um regime que degrada e humilha.”
Em outros momentos, a OAB também reafirmou o compromisso de defender a Democracia.

 

Sair da versão mobile