Sábado, 06 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 8 de julho de 2016
A renúncia de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Câmara dos Deputados, nessa quinta-feira, intensificou a corrida ao cargo. Até agora, há pelo menos oito potenciais candidatos, sete deles ligados a partidos aliados, o que pode gerar um racha na base do governo.
A eleição, marcada para a tarde da próxima terça-feira, é de grande interesse para o governo: o escolhido deverá definir a pauta de votações da Casa, que inclui projetos considerados fundamentais para a retomada do crescimento econômico. Um dos desafios para o Executivo, no entanto, é evitar a fragmentação de candidaturas.
Continuidade
Um dos mais cotados para o mandato-tampão (até fevereiro) é o líder do PSD, Rogério Rosso (DF). Aliado de Cunha e integrante da base aliada do presidente interino Michel Temer, ele ganhou destaque ao presidir a comissão do impeachment que analisou o processo contra a então presidenta Dilma Rousseff.
Outro nome cotado é o do líder do PTB, Jovair Arantes (GO), relator no mesmo colegiado e também componente da base aliada. (AG)
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