Segunda-feira, 05 de outubro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Colunistas A roda da abundância — Parte I

Compartilhe esta notícia:

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Para aprender a lidar com a matéria é preciso saber colocar a roda da abundância em movimento. A sua habilidade de gerar riqueza é proporcional à velocidade com que a roda da abundância gira na sua vida, e dois fatores determinam essa velocidade: o acelerador e o freio de mão.

Primeiro, sintonize-se!

O Universo é próspero e potencialmente abundante. Em cada dimensão do Universo, essa prosperidade e abundância manifestam-se de determinada forma. A Terra é a expressão máxima da materialidade do Universo. Aqui, prosperidade e abundância costumam ser manifestadas na forma de bens materiais. Antes, porém, ambas precisam existir na forma mais sutil, que nós conhecemos como “estado de espírito”.

É pelo estado de espírito que nos sintonizamos com o Universo. E quando estamos sintonizados, nos tornamos co-criadores da nossa realidade e manifestamos riquezas materiais.

Os tipos de pessoas em relação à roda da abundância

A roda da abundância tem dois lados: o doar e o receber. Relativamente a esses lados, existem quatro tipos de pessoas:

• Soberbas – Têm problemas em receber. São capazes de prestar favores a outros, mas não gostam de receber favores de ninguém.

• Egoístas – Sabem receber, mas não querem doar. Só querem o vem-a-nós…

• Estéreis – Não querem dar nem receber. São os eremitas financeiros.

• Prósperas – Tanto doam quanto recebem. São capazes de gerar prosperidade para si e para aqueles com quem se relacionam. Infelizmente, são poucas as pessoas desse tipo.

Os quatro verbos a ser conjugados

Cada quadrante da roda da abundância corresponde a uma atitude: declarar, solicitar, arriscar e agradecer. A prática contínua dessas formas de ação gera um padrão de energia que nos sintoniza com a abundância universal e permite que ela flua até nós.

Declarar
Só declara alguma coisa quem tem autoridade para isso. Quando uma declaração é feita por quem tem autoridade, ela define uma realidade.

Você não pode declarar que sua amiga e o namorado dela estão casados perante a lei, a menos que seja juiz. Mas se um juiz os declara marido e mulher e, no instante seguinte, um deles muda de ideia, só mesmo o divórcio para reverter a situação, pois a declaração do juiz mudou a realidade jurídica do casal.

Use a autoridade que você tem sobre a sua vida para criar a sua realidade. O Universo reconhece e respeita o livre-arbítrio humano, que reflete a autoridade de cada um para decidir sobre a própria vida.

Afirmações
Quando passa a ter certeza da sua autoridade sobre si mesmo, você aprende a declarar, e quando aprende isso, descobre o segredo das afirmações: usar a própria autoridade sobre si mesmo para se auto-influenciar.

Afirmações poderosas:

Eu sou a força criadora da minha vida. Eu sou responsável por criar a minha própria riqueza.

Eu sou o resultado dos meus pensamentos. Pensamentos de qualidade produzem resultados de qualidade.

Eu sou competente para fazer a roda da abundância girar mais rapidamente na minha vida.

Eu sou um ser abundante e próspero que vive em um universo potencialmente abundante e próspero. A falta de dinheiro, caso exista, é questão temporária.

Eu sou os meus pensamentos em ação. O dinheiro que tenho no banco ou aplicado em outros investimentos é proporcional à qualidade dos meus pensamentos.

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Colunistas

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Uma galáxia “monstruosa” de 12 bilhões de anos foi encontrada por astrônomos
Zika vitimou quase 3,5 mil no Brasil desde 2015
Pode te interessar