Sábado, 20 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 26 de janeiro de 2023
Preso desde a sexta-feira da semana passada, Daniel Alves está bastante nervoso com a situação, está pensando em testemunhar novamente. Pelo menos é o que indica o canal de televisão espanhol “Telecinco”. A emissora também conta como é o dia a dia do ex-lateral direito do Pumas na prisão Brians II, local para onde foi transferido na última segunda-feira.
De acordo com o repórter espanhol Kike Calleja, Daniel Alves se levanta às 7h40 e tem que estar pronto às 8 horas da manhã, quando é feita a primeira contagem do dia. Depois disso, ele desce para o café da manhã e, ao fim, vai para o pátio.
O almoço é às 13h e ele logo retorna a cela, onde fica até às 17h. A partir desde horário, Daniel Alves pode voltar para o pátio. Às 19h é servido o jantar e o brasileiro precisa estar na cela às 21h. Duas horas mais tarde, as luzes do presídio são apagadas.
O repórter conta que o lateral conversa normalmente com os outros presos e também joga ludo para passar o tempo. O brasileiro estava no Brians 1, onde passou três noites, e tinha capacidade para abrigar 200 presos e agora está no Brians 2, que é uma unidade mais moderna e mais ampla, onde estão 80 presos, com celas e chuveiros individuais.
A decisão de transferi-lo foi tomada para melhorar sua segurança e a convivência com outros presos, por se tratar de alguém famoso. O presídio de Brians 2 tem celas menores e até individuais e costuma abrigar condenados “famosos”.
O Centro Penitenciário Brians 2 é composto por 14 módulos residenciais de vida cotidiana e cada um possui 3 andares e 72 celas; também possui mais dois módulos para determinados serviços e perfis.
Autógrafos
Segundo relatos de um homem que saiu do Brians 2, local onde o brasileiro está preso, o ex-jogador do Pumas estaria distribuindo autógrafos aos detentos no local. O ex-presidiário, inclusive, mostrou uma camisa do Barça assinada pelo próprio lateral.
Bastante castigada, a camisa está com uma dedicatória afetuosa. “Abraço com amor”, escreveu Daniel Alves, acompanhado de um emoji com carinha sorridente. Segundo reportagem do canal de televisão espanhol “Telecinco”, o homem garantiu que não tinha coincidido com Alves no mesmo módulo prisional mas que não foi difícil fazê-lo autografar o uniforme do Barcelona.
O ex-presidiário, que foi solto após 14 anos, também contou que ninguém chama Daniel Alves de “estuprador” na prisão. O ex-lateral do Barcelona foi acusado de agressão sexual contra uma mulher de 23 anos, no dia 30 de dezembro de 2022, em um banheiro da boate Sutton, na capital da Catalunha. Embora tenha pedido o autógrafo ao atleta, o homem mostrou-se cético sobre a acusação.
“Aquele cara tem muitos milhões, pode ir com quem quiser. Embora também possa perder a cabeça.”, disse o ex-presidiário ao canal Telecinco. As informações são do jornal O Globo.
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