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Mundo África do Sul reforça restrições contra o coronavírus

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A África do Sul é oficialmente o país mais afetado pela Covid-19 do continente, com 1,65 milhão de casos registrados e 56.363 óbito

Foto: Reprodução
Pelas condições sociais, esperava-se que o vírus fosse devastar o continente, mas isso não aconteceu. (Foto: Reprodução)

O presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, anunciou neste domingo (30) uma reimposição das medidas mais estritas contra a Covid-19, diante da ameaça de uma terceira onda no país.

Quatro das nove províncias sul-africanas, inclusive a de Gauteng, onde estão Johannesburgo e a capital, Pretória, já estão sendo atingidas pela terceira onda da pandemia, afirmou o chefe de Estado em um discurso transmitido pela TV. “É só uma questão de tempo para o país, em seu conjunto, entrar em uma terceira onda”, advertiu.

A África do Sul é oficialmente o país mais afetado pela Covid-19 do continente, com 1,65 milhão de casos registrados e 56.363 óbitos. “O número de testes positivos para a Covid-19 foi mais que o dobro no mês passado do que no anterior”, destacou Ramaphosa.

Assim, a partir da segunda-feira, o toque de recolher, atualmente em vigor entre a 0h e as 04h começará às 23h. Os comércios considerados não essenciais, como bares, restaurantes e academias de ginástica, terão que fechar às 22h. As reuniões, incluindo as cerimônias religiosas e comícios políticos, serão limitadas a 250 pessoas em áreas externas e a 100 em internas.

Por enquanto, a África do Sul vacinou pouco mais de 1% da sua população e sua campanha de imunização de idosos não tinha começado até a semana passada.

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