Domingo, 24 de maio de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Mundo Agência de aviação dos Estados Unidos identifica novo potencial risco no Boeing 737 MAX

Compartilhe esta notícia:

O modelo 737 MAX 8, da fabricante Boeing. (Foto: Reprodução)

As autoridades de aviação dos Estados Unidos informaram nesta quarta-feira (26) que encontraram um novo “risco em potencial” no Boeing 737 Max. Assim, as companhias aéreas terão de aguardar mais tempo do que o previsto para retomar os voos com esse modelo.

A Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) norte-americana proibiu voos com Boeing 737 Max após acidentes com aviões do tipo na Indonésia, no fim do ano passado, e na Etiópia, em março.

Em nota, o órgão disse que continuará a avaliar as modificações no MCAS e a desenvolver treinamentos necessários para operar a aeronave. A FAA, no entanto, não detalhou que tipo de problema configurou um novo risco ao modelo.

“A FAA vai revogar a proibição quando nós acreditarmos ser seguro”, disse o comunicado.

Por causa dessa determinação, segundo a agência Reuters, a Boeing não poderá fazer novos testes com o 737 Max antes de, no mínimo, 8 de julho. Antes, representantes da Administração Federal de Aviação acreditavam que poderiam aprovar voos com o modelo ainda em junho.

Após divulgação do comunicado da FAA, a companhia norte-americana United Airlines decidiu adiar a retomada de voos com o Boeing 737 Max para 3 de setembro. Isso significa que a empresa cancelará cerca de 1,9 mil voos somente em agosto.

Por que o modelo foi proibido?

O acidente com o voo da Ethiopian, que deixou 157 mortos, levou autoridades de aviação a colocarem em dúvida a segurança do Boeing 737 Max. Após pilotos norte-americanos relatarem incidentes com os comandos da aeronave, as autoridades dos Estados Unidos proibiram viagens com o modelo.

Segundo documentos públicos, vários dos incidentes relatados pareciam estar relacionados com o sistema de controle destinado a evitar a desestabilização da aeronave.

O sistema, chamado “MCAS” (Manoeuvering Characteristics Augmentation System), estava envolvido acidente de um Boeing 737 MAX da companhia indonésia Lion Air, que deixou 189 mortos em outubro do ano passado.

A própria Boeing solicitou que a Administração Federal de Aviação recomendasse ao mundo inteiro a interrupção dos voos com o 737 Max – e não apenas aos Estados Unidos. A gigante da aviação escreveu que os modelos não devem voar enquanto durarem as investigações, medida que considera “zelo em excesso para assegurar a segurança da aeronave ao público”. “A Boeing continua a ter total confiança na segurança do 737 Max”, diz o comunicado.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Mundo

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Há quatro meses, Eduardo Bolsonaro insinuou que PT levava droga em voos oficiais
Google já permite que você apague seu histórico da web e de localização automaticamente
Pode te interessar