O colorido dos legumes preparados com acerto pelo jovem chef Vico Crocco. (Foto: Tatiana Feldens/divulgação)
O tempo sombrio, com chuvas ocasionais, não perturbou o almoço no charmoso espaço do Studio Crocco, plenamente aprovado pelos que participaram do encontro de sábado (26) na zona sul. Totalmente integrado ao jardim, o gazebo foi palco perfeito para a assadora Clarice Chwartzmann e o chef Vico Crocco mostrarem seus talentos. Ele trabalhando com legumes e frutas de produtores locais, como o Bruno Ardissone, e ela com carnes exclusivas da Hereford. Os participantes igualmente elogiaram os vinhos servidos, entre outros o Tempranillo, com a parceria da Mesa Produto, da jornalista Rejane Martins.
Clarice Chwartzmann: temperos bem escolhidos para as carnes. (Foto: Tatiana Feldens/divulgação)
Tamara Mucenic e Xavier Gamez estiveram no Studio Crocco. (Foto: Tatiana Feldens/divulgação)
A escritora Nélida Piñon ganhou matéria de página central na última edição do prestigiado caderno de literatura do jornal espanhol “El País”, o Babelia. Na reportagem, a brasileira fala sobre seu livro de contos “La camisa del marido”, que acaba de ser lançado na Espanha.
Nélida Piñon: prestígio em alta na Espanha. (Foto: divulgação)
Turistas que retornam de Buenos Aires estão impressionados com a “Starbuckização” da cidade. Ou seja, a proliferação de cafés da rede americana Starbucks pela capital portenha. Chega a haver dois num mesmo quarteirão. O problema é que os antigos e clássicos cafés portenhos não estão suportando a concorrência. Muitos já cerraram as portas. Mais um gol contra da globalização.
O poeta e músico mineiro Jaak Bosmans define a globalização. (Foto divulgação)
O intelectual e músico mineiro Arthur Jaak Wilfrid Bosmans, ou simplesmente Jaak Bosmans, costuma afirmar que “A globalização encurtou as distâncias métricas, aumentando muito mais as distâncias afetivas.”. Está certo, mesmo sem querer saudosismos.
Retrato de Louise-Marie-Adelaïde de Bourbon atribuído à artista Élisabeth Vigée Le Brun. (Foto: divulgação)
A exposição e venda das obras da coleção da Condessa e do Conde Paris, ela a princesa Isabel de Orléans e Bragança da família real brasileira, movimentou o mercado de arte da capital francesa nos dois últimos dias do mês de setembro, com muitos interessados na sede da Sotheby’s parisiense. Três obras tiveram a classificação de “tesouros nacionais” pelo Ministério da Cultura. Entre elas, um retrato de Louise-Marie-Adelaïde de Bourbon, pela artista Élisabeth Vigée Le Brun (1755-1842), cuja retrospectiva se realiza atualmente no Grand Palais, e um retrato de Luís XIII, de autoria de Philipe de Champaigne. Foram retiradas de venda, e o governo francês dispõe de um prazo de trinta meses para fazer uma oferta de compra com o apoio de empresas que desejarem colaborar para que as obras passem a fazer parte das coleções dos museus oficiais da França.
Os comentários estão desativados.