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Acontece Alergias em alta: por que a nutrição virou peça-chave no cuidado de cães sensíveis

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Ana Duprat, Head de Relacionamento Científico da PremieRpet,

Foto: Divulgação.

Cresce a busca por soluções nutricionais para cães com sensibilidade alimentar e doenças dermatológicas. Durante congresso nacional, a PremieR apresentou novidades desenvolvidas para apoiar o manejo clínico desses pacientes.

Coceira persistente, irritação na pele, inflamações recorrentes nas orelhas e desconfortos gastrointestinais estão entre os sinais que mais levam cães aos consultórios veterinários. Cada vez mais, esses sintomas têm sido associados a um diagnóstico que ganha relevância na medicina veterinária: a sensibilidade alimentar.

O tema ocupa espaço crescente na dermatologia veterinária e reflete uma mudança no cuidado com os animais de companhia. À medida que os cães vivem mais e recebem acompanhamento médico mais especializado, aumenta também a atenção para condições que afetam diretamente sua qualidade de vida.

A discussão esteve entre os destaques do 3º Congresso Brasileiro de Dermatologia Veterinária (SBDV), realizado em Foz do Iguaçu. Considerado um dos principais encontros científicos do setor, o evento reuniu especialistas, pesquisadores e médicos-veterinários para debater avanços no diagnóstico e tratamento de doenças dermatológicas, alergias, dermatite atópica, microbioma cutâneo e novas abordagens terapêuticas.

O cenário reforça uma tendência observada nos consultórios: a nutrição passou a desempenhar papel cada vez mais importante no manejo de problemas dermatológicos. Hoje, a alimentação é vista como parte estratégica do tratamento de muitos pacientes, atuando ao lado dos medicamentos e dos cuidados clínicos.

Patrocinadora do congresso, a PremieR apresentou atualizações de sua linha Nutrição Clínica, voltada ao suporte nutricional de cães com condições específicas de saúde. Entre os lançamentos está o PremieR Nutrição Clínica Hepato Cães, apresentado pela empresa como o primeiro alimento do mundo desenvolvido também para cães filhotes com doença hepática.

Mas um dos destaques do evento foi o PremieR Cookie Sensitive, criado para cães com alergia alimentar ou sensibilidade cutânea.

A proposta atende uma situação comum na rotina veterinária. Muitos cães diagnosticados com restrições alimentares acabam privados do consumo de petiscos, tradicionalmente utilizados como recompensa, ferramenta de treinamento e demonstração de afeto entre tutores e animais.

Segundo a fabricante, o produto utiliza proteína hidrolisada, processo que fragmenta as proteínas em partículas menores, reduzindo as chances de reconhecimento pelo sistema imunológico e diminuindo o risco de reações adversas.

“O petisco é um momento de afeto entre o responsável e o seu cão. O PremieR Cookie Sensitive nasceu para devolver esse momento, e para que o médico-veterinário tenha uma opção segura para indicar, sustentada por ciência e pesquisa”, afirma Ana Duprat, Head de Relacionamento Científico da PremieRpet.

A executiva ressalta que a ligação entre dermatologia e alimentação tem se tornado cada vez mais evidente na prática clínica.

“Patrocinar um encontro científico dessa relevância é uma forma de contribuir diretamente para a evolução da medicina-veterinária brasileira. A dermatologia é uma área em que a nutrição tem um papel muito importante, e estar ao lado dos especialistas nos permite ouvir, trocar conhecimento e entender melhor os desafios da rotina clínica.”

Os lançamentos da linha Nutrição Clínica foram validados por estudos de eficácia clínica apresentados durante o congresso da European Society of Veterinary and Comparative Nutrition (ESVCN), realizado em Nápoles, na Itália, um dos principais fóruns internacionais de nutrição veterinária.

O avanço das alergias e sensibilidades alimentares acompanha a evolução do próprio mercado pet. Com tutores cada vez mais atentos à saúde e ao bem-estar dos animais, cresce a demanda por soluções desenvolvidas com respaldo científico e direcionadas a necessidades específicas.

Mais do que uma tendência de consumo, o movimento evidencia uma transformação na medicina veterinária. Em vez de abordagens isoladas, profissionais apostam cada vez mais na integração entre diagnóstico, manejo clínico e nutrição especializada para proporcionar mais conforto, controle dos sintomas e qualidade de vida aos cães sensíveis. (por Gisele Flores – gisele@pampa.com.br)

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